
O Ministério Público da Bahia vai apurar e investigar as denúncias protocoladas em seu Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do Consumidor (Ceacom) contra a concessionária Internacional Marítima, pelos serviços deficientes e pelas irregularidades praticadas no Sistema Ferryboat. A operadora e a Agerba (Agência de Regulação da Bahia) já foram notificadas das ações.
Entre as queixas de usuários estão o não cumprimento de horários, o número sempre reduzido de embarcações em tráfego, as condições dos navios que estão fazendo a travessia em mais de uma hora e até a falta de limpeza nas embarcações e terminais marítimos.
O Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Gepam), também do Ministério Público, por sua vez, vai desencadear ações para investigar denúncias envolvendo a reforma das embarcações, feita pela Internacional Marítima, que consumiu mais de R$ 30 milhões, bem como a falta de manutenção da frota. Todos os navios “reformados” quebraram com menos de 10 dias em tráfego.
Em vez de reforma definitiva dos navios, inúmeras vezes garantida pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e Agerba, existem denúncias de que na verdade ocorreu uma “maquiagem”. Navios que tiveram motores e todo o sistema de propulsão substitúidos, conforme inúmeros relatos da Agerba, já apresentaram os mesmos problemas da época da TWB. “Não houve troca de motores, mas sim recauchutagem”, garantem empregados da Internacional.
Prorrogação do contrato – A Internacional Marítima foi contratada, em “caráter emergencial”, para operar o ferryboat durante seis meses. No próximo dia 14, sexta-feira, completa três meses de contrato, mas o sistema continua se arrastando e com as mesmas deficiências da época da TWB, que sofreu intervenção do Estado.
Nesses quase 90 dias de atuação, os velhos problemas da TWB se repetem: navios que quebram constantemente, ferries que ficam à deriva, queima constante de horários e apreensão, por irregularidades diversas, de embarcações pela Capitania dos Portos da Bahia.
Mesmo diante desse quadro de muita deficiência, a direção da concessionária já trabalha intensamente nos bastidores do governo para continuar na Bahia. Inicialmente, a empresa luta para ter o “contrato emergencial” de seis meses prorrogado por mais seis.
O Ferry que Enriquece os Espertos – O ferryboat sempre foi uma mina de ouro desde que o Estado fez a concessão em 1996. Foi assim para o Comab, depois Kaimi e TWB. Todas essas empresas ganharam muito dinheiro, direta ou indiretamente. Seja superfaturando venda de navios ou transferindo para o Estado a conta de “reformas” suspeitíssimas, como aconteceu agora. Sempre que um período de concessão acaba, o Estado gasta milhões para recuperar os navios do patrimônio público, sucateados pela falta de fiscalização do próprio Estado. É muito dinheiro…
A jogada é manjada e deve continuar sendo praticada contra o bolso do cidadão, que é quem acaba pagando a conta do prejuízo. Há uma semana, em reunião com os funcionárias da empresa no Terminal de São Joaquim, um diretor da Internacional Marítima foi claro:
“Viemos para a Bahia não para fazer filantropia, mas para ganhar dinheiro”.
Vai ter Licitação? – O governo da Bahia anunciou, que após o vencimento do contrato emergencial com a Internacional (seis meses), faria imediatamente a licitação para a escolha de uma concessionária defintiva para explorar o Sistema Ferryboat. Se o prazo for cumprido, a licitação ocorreria em setembro. Ninguém fala mais sobre o assunto.
A nossa gloriosa imprensa baiana anda comendo demais. Empanzinada, calou de vez.
Comenta-se nos bastidores da Seinfra e da Agerba que o processo licitatório do ferry pode ser jogada para muito mais adiante. Mesmo porque a Internacional está ajudando o próprio governo (acreditem), a comprar novas embarcações para o sistema, conforme declarou o governador Wagner recentemente.
Tem até X9 no Ferry – Enquanto a Agerba faz jogo de mentirinha, dizendo que “voltou a multar” a Internacional Marítima por irregularidades, o cidadão continua sofrendo as consequências. É difícil se admitir como uma agência de regulação deixa de “multar” uma fiscalizada para depois “voltar a multar”. Deixou por que? Quem pediu? É esse o papel de uma agência de regulação de respeito?
Novidade mesmo no ferryboat é o tratamento nada respeitoso que a Internacional Marítima do maranhense Luís Carlos Castanheda dispensa aos seus empregados. As denúncias se acumulam e vão desde a ameaça de desemprego até o não atendimento de condições de trabalho, conforme queixas que chegam ao JORNAL DA MÍDIA.
A empresa, que não trouxe para a Bahia qualquer novidade, que não incorporou sequer uma lancha ao sistema e que explora as embarcações do Estado sem pagar nada, inovou transferindo de Guarujá (SP) para Salvador um gerente-geral, tido como um verdadeiro terror pelos trabalhadores.
Valdeci Ribeiro da Silva (dizem que é paulista) tem carta branca para tudo. É apontado como “homem de confiança” de Castanheda e acusado de ter trabalhado a demissão de Nelson Martinelli Pessôa, que durante anos atuou na Capitania dos Portos da Bahia. O algoz de Martinelli não gosta dos trabalhadores baianos e entre as acusações contra ele constam xingamentos até em público dirigidos a empregados, entre outras práticas. Quem ”assessora” o gerente Valdeci é um antigo empregado da TWB, identificado pelos colegas como Carlos Artur Santiago, garantem funcionários da companhia.
O capitão-de-mar-e-guerra Martinelli, na reserva, é tido como um capacitado profissional da área de inspeção naval e atuou no Sistema Ferryboat desde setembro, tanto no setor operacional como no programa de reforma das embarcações. Nesse período, teria discordado da forma nada adequada como a Internacional estava conduzindo o reparo e a reforma das embarcações. Foi a gota d’água. Quem conhece Martinelli afirma que ele só fez ganhar ao ser ”boicotado e forçado a abandonar o barco”, que tem tudo para afundar.
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Espero que o MPE apure mesmo….tem que apurar que os responsáveis pela manutenção das embarcações foi a empresa aventureira chamada LUMAR, do sucateiro Conde. A LUMAR embolsou mais de 12 milhões de reais e tem que prestar contas dessa grana.
Além disso, o MPE precisa apurar como foi que a LUMAR chegou ao governo ou ao DR. OTTO. Sabe que o padrinho da LUMAR é Daniel, dono da empresa GUINDASTES BRASIL que vem conseguindo vários “contratos” na Petrobrás tendo como apoio político de Rosemberg Pinto, vulgo Berg…Um petroleiro que entrou na Petrobrás pela janela, sem concurso. Depois foi ser líder sindical junto com Wagner e compartilham…
Depois disso, o Berg passou a ser assessor de Gabrielli na Petrobrás e no S. João a quadrilha dançava à solta pelo interior da Bahia com o patrocínio da estatal. Estranhamente Wagner dormiu candidato e acordou governador.
Esse mesmo Berg é o padrinho de Daniel e Conde….
É preciso apurar todas essas artimanhas e os interesses disso tudo!!!
Tenho informações seguras que o braço político de Rosemberg em Alagoinhas é o vereador Radiovaldo… Esse elemento é empregado da Petrobrás e recebe sem trabalhar….esteve envolvido no escândalo do BMG e seus tentáculos dentro da Petrobrás estão sendo arrancados por Graça Foster.
Fala-se que Rosemberg terá o apoio financeiro da Guindastes Brasil, do Daniel, para a campanha de 2014..
O Ministério Público precisa apurar essas ligações….
Rosemberg Pinto é articulado e tem seus tentáculos nesse escândalo do sistema ferry boat…
Rapaz, eu tneho que dá minha mão a palmatório para o leitor Fedegoso. Vejam o que ele escreveu na matéria parece que era anterior:
Fedegoso
06/06/2013 em 06:44
Bem feito! Bem feito! Privatizem tudo, tudo o que não é de ninguém(o que é do povo não é de ninguém), depois de encherem os bolsos…tchau!!! Tchau!!!
Todas as empresas privadas fizeram assim. Todas elas entraram pelos cantos, entraram de forma parcimoniosa com o poder. É que privatizando não precisam de licitar, cotar preços, nem prestar contas do dinheiro.
Cambada de trouxas! Tem nada de socialismo não. Tem nada de esquerda não. Trouxas é o que vcs são. E com essa cabeça ferdinanda vão piorar. Que Espanha! A Espanha é monarquista, é outra coisa. Que o diabo que nada!
Privatizem! Privatizem e paguem o preço.
Pessoal e os trabalhadores do Sistema Ferry Boat eu não vou citar essa empresa do Maranhão porque tomei nojo. Mas o que quero dizer a todos é que as DENUNCIAS sobre o sistema ferry boat podem ser encaminhadas diretamente ao Ministério Público da Bahia, através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do Consumidor- CEACON. É muito fácil e ninguém vai ser preso por nada. Vocês estão cumprindo o direito de cidadania.
Quem quiser ir pessoalmente ao CEACON do Ministério Público, fica ali em Nazaré, em frente da Escola de Eletromecânica.
O Coordenador do Ceacon do MP é Dr. Roberto de Almeida Borges Gomes, uma pessoa muito simpática e profissional. Com certeza ele dará andamento aos processos.
Quem não quiser ir lá, manda um e-mail de casa ou do trabalho. O E-mail é: [email protected]
Não podemos ficar calados esse pessoal pensa que engana todo mundo que essas coisas erradas, mas vamos exercer os nossos direitos.
Estamos chegando ao período de festas juninas e nenhuma providência foi adotada até o presente momento para resolver a situação de quem utiliza o sistema diariamente e será obrigado a enfrentar as filas gigantescas que costumam se formar nesta época.
Precisamos trabalhar, ir e vir diariamente e não demonstram nenhuma preocupação em resolver o impasse que se criou com o fim dos vouchers e recentemente do cartão SIBE e da suspensão do sistema de hora marcada. Os próximos dias serão com certeza de muita confusão e não podemos esquecer que estaremos em período de jogos da copa da confederação, turistas que poderiam planejar visitas à Ilha, mas, que, com certeza, deverão fugir dos transtornos que deverão acontecer.
ELE VAI ME PAGAR PELA PERSEGUIÇÃO. TEM UM BOCADO DE COMANDANTE DE NAVIO QUE VAI DÁ TROCO NESSA CAMBADA. MAUS CARATERES ESTÃO FAZENDO O QUE QUEREM COM OS BARCOS. MUITO MAIS PIOR QUE A TWB.
A Sra. Valéria parece ter um rancor sem tamanho contra a Lumar. Sra Valéria, mais uma vez perdoe a minha franqueza. O que foi que o Dr. Conde lhe fez? Sra Valéria, a Senhora está enganada porque a LUMAR apenas deu somente suporte, com material humano e prestou consultoria na reforma dos navios. Sra Valéria, procure se informar melhor, pois quem fez todo o serviço foi a Internacional Marítima. Leia uma entrevista do Dr. Oto Alencar no Correio de 16 de março, onde o secretário confirma que foi a Internacional. A LUMAR ganhou espaço no mercado naval graças a reputação que conquistou e não foi de graça, custou o trabalho e a dedicação de muitos. Procure se informar melhor. Procure Sr. Samir da Agerba e pergunte a ele quem era que trabalhava na reforma dos barcos. Se informe melhor.
E me vem o louco e saudosista fedorento e pegoso, em resumo, fedegoso com sua alucinações.
A privatização é fundamental, pois acaba a influência nefasta dos apaniguados dos políticos.
Esse Fedegoso faz parte da corja petista que foram contra a privatização da Petrobrás….pois bem, a Petrobrás foi privatizada e quem usa e faz o que quer com essa empresa é o partido de saudosista que se apresenta hipocritamente como indignado, mas que em verdade, faz a cena para garantir o poder dos políticos na estatais e a usarem como bem querem.
O sistema Ferry Boat tem que ser privatizado mesmo…Não nesse modelo escroto que foi desenhado por Otto Alencar quando fazia parte do governo Paulo Souto…Esse mesmo Otto, ex-carlista e agora petista, continua mantendo seu modelo que somente beneficia às empresas que se apresentam por lá, bem como, ao seu grupo político para obterem fundos para campanha de 2014.
Dr. Conde? por acaso onde esse cidadão fez doutorado?
Só se foi doutorado em. …Nisso o cara é PHD!!
Estou bem informada…até sobre sua pessoa, pois você cunhado do sucateiro e já trabalhou na Navemar.
Conde contratou um engenheiro que foi da Wilson, Sons a peso de ouro..pagou com que dinheiro? Conde contratou mecânicos, soldadores, eletricistas..todo esse pessoal foi pra dar consultoria?
Agora que o barco está dando água, me vem o cunhadinho defender o indefensável? Agora Conde deixou de conhecer a empresa que ele mesmo trouxe para a Bahia? Que vergonha!!
O próprio Otto declarou que Conde, o sucateiro foi quem fez as reformas das embarcações. Até com o capacete da LUMAR OTTO apareceu…
Quem trouxe a Internacional Marítima e apresentou a Otto foi Conde, pois esse cidadão é puxa saco de Daniel, dono da Guindastes Brasil e este, por sua vez, é protegido de Rosemberg Pinto.
Rapaz….temos que dar boas risadas mesmo..me vem esse tal Carlos Dias defender o sucateiro.
Dizer que a LUMAR deu consultoria? consultoria de que? Manutenção? A LUMAR nem registro CREA tem.
O histórico de Conde é de sucateiro…ah! entendi..realmente o cara deu a perfeita consultoria como deixar os Ferries uma sucata. Isso ele fez com maestria..nisso ele é doutor…E recebeu 12 milhões do governo Wagner para dar consultoria? vixe….o MPE precisa investigar mesmo essa empresa e seus contratos com a Petrobrás…dizem as más línguas que foram conseguidos com a ajuda de um certo deputado amigo de Gabrielli.
Falar em Ministério Público, cadê as investigações da TWB? Deu em alguma coisa? Alguém sabe me informar? Os donos foram presos pela corrupção? Por favor eu preciso dessas informações. Alguém foi algemado?
Boa porcaria estes navios escrotos sujos. A gente leva uma vida pra chegar na Ilha na travessia mais de uma hora uma mangue tudo imundo. O governo devia ter vergonha e deixar de sacanear com o povo.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK VCS CONHECEM ALGUEM QUE FOI PRESO POR ALGO DO TIPO? OU QUE DEVOLVEU O DINHEIRO?
BOBOCAS
josé arimatéia, só para lhe informar: o problema da twb até agora deu em nada. O governo só agiu de fachada, estava para acontecer uma tragédia e Wagner OTTO tratou de limpar a barra mostrando que estava fazendo alguma coisa. Parece até que a twb continuou recebendo uma boa grana por fora pois apareceram até recibos em nome da twb muitos meses depois e até hoje o estacionamento de são joaquim é da twb. tem muita maracutaia neste angu