
A concessionária não informa em seu boletim o motivo para a parada de quatro das sete embarcações do sistema, mas garante que os horários de uma em uma hora estão sendo cumpridos.
Salvador-Mar Grande – Já a travessia marítima Salvador-Mar Grande voltou a operar normalmente às 10h30, depois de uma parada de duas horas por força da maré baixa, que impede a atracação das embarcações no Terminal Hidroviário de Vera Cruz.
O serviço conta com oito embarcações em tráfego, cinco na reserva, e horários de saída dos terminais de 30 em 30 minutos ou a cada 15 minutos, caso a demanda exija, segundo informa a Astramab (Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia).
A travessia entre Salvador e Morro de São Paulo opera sem restrições, o mesmo acontecendo com as escunas do tradicional passeio às ilhas daBaía de Todos os Santos. Os horários saindo do Terminal Náutico para o Morro de São Paulo são às 9h, 10h30, 13h30 e 14h. Já as saídas de Morro de São Paulo acontecem às 9h, 11h30, 13h e 15h. A passagem custa R$ 75 e viagem dura em média 2h20. Já o tour das escunas pelas ilhas tem tarifa de R$ 40.
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A picaretagem está rolando solta. Procurem saber na Capitania dos Portos viu?
Srs. usuários acho que eu entendi a formula no sistema, vai chegar três embarcações a volta do Ipuaçu e mais dois estrangeiros, e o total será 10 navios, pelo menos terá a metade funcionando isso claro é na teoria, kkkkkkkkkkkkkk. Se esse governador atrapalhado tivesse ouvido o povo poderia ter tirado as peças do ferry Ivete Sangalo e colocado no Gal Costa e afundava essa porcaria feita pela TWB.
Eu não falei que a Internacional Marítima era no mesmo esquema da TWB? A TWB se armavam com oitros ea Internacional com outros. Quaa a diferença? Procurem Dra. Eva Chiavon só ela sabe dizer quaçl foi a mudança.
Um amigo me disse uma coisa mais ou menos assim:
“Um sujeito que fabrica berço, que o aumento da natalidade; o sujeito que fabrica caixões, quer mais defuntos. Pois que os dois são capitalistas e a lógica é o lucro, seja lá ele da forma que for”.
O que fazem os administradores do transporte nativo? Fácil. Quanto mais passageiros aglomerados, maior o lucro. E ganham na escala. Como as pessoas evitam o negócio (poucos passageiros), eles diminuem a quantidade das embarcações. E o usuário que se lasque que o negócio deles é só ganhar dinheiro. O seu dinheiro, seu trouxa! E com o seu dinheiro eles vão financiar campanhas de toda ordem, até mesmo aquelas capazes de impor simpaticos legisladores. Estão me entendendo?
Três embarcações? Que fossem duas! Mais uma vez estamos discutindo os efeitos, não a causa. Ou seja, enxugando gelo.
Continuem apoiando a privatização do transporte público! Continuem! E arquem com as consequências. O mais bobo aqui conserta relógio debaixo d`água.
Meus Amigos,
Quando digo que o sistema capitalista se esgotou, falo também em relação ao transporte entre as Ilhas e Salvador. Se a lógica do capitalismo é o lucro (nenhuma empresa sobrevive sem lucro), estamos absolutamente errados em ceder o espaço da exploração do transporte para a iniciativa privada.
Por exemplo.
Não sabemos se as tarifas cobradas são capazes de remunerar o sistema. Nem sabemos qual o lucro dessas empresas. Muito menos em que eles enfiam o dinheiro se é que ganham dinheiro. Mas sabemos que o transporte é de péssima qualidade. Que as embarcações quebram a toda hora. Sabemos que os banheiros estão sempre sujos. Sabemos que atrasam que não cumprem com os horários. Ou seja. Aquilo ali vai de mal a pior. Sabemos dos efeitos. Mas não temos certeza alguma sobre as causas.
E do outro lado? Do lado daquele que usa as embarcações?
Pode o usuário do sistema de transporte pagar mais pelas tarifas? Ou o preço das passagens está pela hora da morte? Como anda o bolso dos passageiros?
Ora!…O serviço é de interesse da coletividade. O Estado não ganha só com o preço das passagens. Com a arrecadação nos cofres das empresas. As Ilhas geram ICMS, geram impostos, geram vendas de roupas, consumo de luz, de água, o comércio local é ativo, o turismo é muito procurado. E o Estado ganha com tudo isso. Tem muita gente com muito dinheiro morando e fazendo negócios nas Ilhas, assim como tem muita gente necessitada, o que não quer dizer à toa, que no fim terminam como mão-de-obra barata.
Conclusão.
Se os administradores do transporte só conseguem ganhar dinheiro com o valor das tarifas, lógico, eles não vão colocar embarcações para dar prejuízo, que eles só ganham com a arrecadação nas bilheterias. A lógica é uma só. Que o Estado assuma a administração do negócio, de caba a rabo. O Estado não vai só se preocupar com o lucro das bilheterias. Ele, o Estado, ganha de diversas formas, mesmo se o transporte for de graça para o povo da Ilhas. E isso só vai acontecer se ocorrer pressão forte da coletividade.
E a resposta está aí. De nada adiantou trocar seis por meia dúzia. Os mesmos erros da administradora anterior acontecem agora, tudo igualzinho, tudo sem tirar nem pôr. Ponham uma terceira? Não vai mudar nada.
Temos que pôr o dedo no suspiro.
Fedegoso deve trabalhar somente por prazer..com certeza ele não tem lucro com seu trabalho…bom rapaz!!! pimenta nos olhos dos outros é refresco!!
Nada disso Valerinha, no meu comentário eu tentei ser educado. Mas eu sei dar nomes para aqueles que comumente são apanhados com mão no bolso dos outros. Só os poupei, por agora, quando reconheço que os presídios estão superlotados. Entretanto, acredito que quem privatiza a coisa pública sem pôr um só tostão do próprio bolso na coisa só tem um nome: LADRÃO.