CLÁUDIO HUMBERTO
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A ideia de admitir “caixa 2” para negar a existência do “mensalão” –dinheiro usado para comprar votos de parlamentares para aprovar projetos de interesse do governo – foi criada por Márcio Thomaz Bastos em 2005, à época ministro da Justiça do governo Lula. Segundo parlamentares que participaram da CPI dos Correios, o ex-ministro foi quem “segurou as pontas” no governo quando estourou o escândalo.
Tese marota – O crime de “caixa 2” já prescreveu, daí a tese adotada pela defesa de Delúbio Soares e Marcos Valério, no julgamento no STF.
Sacanagem – O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) critica a “banalização” do caixa 2: “Querem fazer parecer uma ‘sacanagenzinha’ menor”.
Desconfortável – Gerou desconforto ao vice-presidente Michel Temer a citação de seu nome por advogados de mensaleiros, no julgamento no Supremo.
Malhação – Para Dilma, acompanhar o mensalão pode “prejudicar o trabalho dos ministros”. Pelo que mostraram até agora, Sessão da Tarde pode.
Roubada – No julgamento do mensalão, todo cuidado é pouco com um verbo que pode valer mais que mil imagens: “Delúbio (Soares) é um homem que não se furta a responder pelo que fez”, afirmou seu advogado.
Pensando bem… – …quando se trata de mensalão, muitos mentem e ninguém tem razão. (Coluna de Cláudio Humberto)






























