Operação levou à criação da Força-Tarefa contra a Lavagem de Ativos e a Corrupção em colaboração com a embaixada dos Estados Unidos – Foto: Reprodução/Diário do Poder.
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CLÁUDIO HUMBERTO
Apontam para o noroeste de São Paulo, na cidade de São José do Rio Preto, uma das pistas da investigação realizada pelo Ministério da Segurança Pública do Panamá contra lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas. A operação, deflagrada em maio do ano passado, levou à criação da Força-Tarefa contra a Lavagem de Ativos e a Corrupção em 13 de setembro, em colaboração com a embaixada dos Estados Unidos. Um analista de investimentos italiano, Enrico de Vitto, é um dos alvos.
Estímulo americano
A força-tarefa foi “estimulada” pelo governo norte-americano, que manda e desmanda no Panamá, por meio de seus órgãos de investigação.
Parceria brasileira
Ainda não são conhecidos alvos brasileiros da investigação, mas fontes panamenhas falam em obter a colaboração de autoridades brasileiras.
Lavagem de dinheiro
A operação do MP do Panamá vazou para jornalistas investigativos que atuam na identificação do crime de lavagem de dinheiro nas Américas.
Modelo panamenho
O governo panamenho, que teve integrantes acusados de envolvimento até em narcotráfico, diz que a força-tarefa servirá de modelo na região.































