Intromissão alemã deixa o Itamaraty catatônico

O silêncio do Itamaraty talvez decorra de dificuldade de contato com o chanceler Ernesto Araújo
CLÁUDIO HUMBERTO

Com a mania europeia de dar lição de moral, sobretudo países que não têm essa moral toda, o embaixador da Alemanha em Brasília, Georg Witschel, teve a ousadia de ir ao Palácio do Planalto dar palpites sobre como o governo brasileiro deve se comportar diante de vários temas. Intromissão assim faz os governos chamarem o embaixador petulante às falas. Mas, indagado sobre isso, o Itamaraty fez opção pelo silêncio.

PALAVRA DE ESPECIALISTA
Witschel disse ainda que o governo brasileiro “causa apreensão”, mas, convenhamos, alemães entendem de causar apreensão na Europa.

PREFERÊNCIA NÃO SE DISCUTE
Talvez o embaixador preferisse o Brasil presidido por presidiário sem moral, dócil, disposto a reproduzir o que preconiza, em fóruns europeus.

GROSSERIAS EUROPEIAS
A atitude de Witschel lembra a grosseria da primeira-ministra, logo da poluidora Noruega, dando pito em Michel Temer sobre meio ambiente.

NINGUÉM SE ARRISCA
O silêncio do Itamaraty talvez decorra de dificuldade de contato com o chanceler Ernesto Araújo, que acompanha o presidente a Davos.

Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais.

Notícias Relacionadas

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *