
Para o presidente da entidade, José Augusto Costa, é imprescindível informar a sociedade sobre as expressivas variações de preço nas etapas anteriores da cadeia de abastecimento, evitando que a revenda seja injustamente responsabilizada por alterações no preço ocorridas em outras etapas de comercialização.
O preço da gasolina na bomba é formado a partir do preço de custo da distribuidora, que é composto pelo preço da gasolina, do etanol anidro, dos impostos (Pis/Cofins e ICMS), das margens e fretes. Segundo o presidente do Sindicombustíveis, além do aumento da Petrobras, ocorrido em 30/11, as distribuidoras estão repassando aos postos, aumentos relativos ao custo do etanol anidro (mistura de 25% à gasolina), que somente no mês de novembro teve alta superior a 7%, segundo cotação da USP/Esalq. “A elevação de custo do frete, tendo em vista a alta do óleo diesel, também vai impactar no preço final dos combustíveis”, declarou José Augusto Costa.
O valor do reajuste da Petrobras, em média, de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel, sofre variações nos estados. Em Alagoas e Maranhão, a alta da gasolina nas refinarias foi de 4,8%, percentual mais alto entre os estados brasileiros. No estado da Bahia, o preço da gasolina aumentou para o posto de combustíveis em 3,9% e o do diesel em 10,8%.
































