
– Comecei a pensar nisso em 2008, depois que terminei o Big Brother Brasil 8. Combinei com a direção do jornalismo que não voltaria ao Fantástico então comecei a pensar em uma proposta de programa. Não é um talk show, também não é um programa de debates. Eu ainda não sei o que vai ser o Na Moral. Estamos criando e pode ser que hoje vocês me ajudem a defini-lo com as perguntas. Esta é a primeira vez que vejo o cenário sem ser virtual. O programa é para a gente conversar em família, mas aquela conversa em que se baixa as guardas, que a gente fala o que realmente pensa. É o espaço em que a gente tira nossas dúvidas e descobre que somos muito diferentes dos nossos pais, irmãos e amigos, mas essas diferenças nos aproximam – explica Pedro Bial.
E o apresentador deixa claro:
– Não vou deixar o Big Brother, pois ambos são programas de temporada. Quando acabar o Na Moral, volto para o Big Brother.
Na Moral vai abordar grandes questões e temas contemporâneos, retratados através dos mais diferentes formatos (como docudrama, reportagem, dramatização, musicais) e a partir dos mais diversos pontos de vista.
Marcel Souto Maior, redator-chefe do Na Moral, usou uma definição dada por Bial ontem: “É um programa de debates com um corpinho de show”.

























