Presidente Lula e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. (Foto: Marcelo Camargo/ABr).
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CLÁUDIO HUMBERTO
Sempre que mostra seu desinteresse em negociar com o governo dos Estados Unidos, chegando ao constrangimento de confessar medo de ser “humilhado” por Donald Trump, Lula (PT) conta a lorota de que haveria “propostas” sobre a “mesa de diálogo” ou “negociação” que na verdade não existem. A mentira cessa quando ele resolve envergonhar Geraldo Alckmin, afirmando que o vice “não consegue falar com ninguém” e joga a toalha: “não existe interlocução” com a Casa Branca.
Oportunismo bolorento
Lula vive a fantasia anos 1970 de “lutar” contra o americano malvadão e “imperialista”, como forma de tentar reverter pesquisas desfavoráveis
Diplomacia de férias
Lula adotou a jogada eleitoral após receber a carta de Trump em 9 de julho. Já no dia 10, mandou o chanceler Mauro Vieira sumir do mapa.
Omissão vexatória
Enquanto Lula subia no palanque do tarifaço, afetando quem produz e exporta, Mauro Vieira flanava na Croácia e Irlanda até o dia 17.
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