
Segundo os moradores, dentro de um mesmo condomínio há pessoas pagando valores diferentes. Eles também reclamam da falta de atualização cadastral e pedem redução dos valores pagos, alegando que estes estão estratosféricos. Alguns questionamentos referem-se ao método de cálculo do valor de mercado e padrão construtivo e a não existência de travas para o IPTU incidentes para os imóveis entregues a partir de 2014.
“Vamos encaminhar um pedido de esclarecimento para a prefeitura e buscaremos realizar uma audiência pública. Entendemos que esse tema deve ser pautado na Câmara de Vereadores da cidade no sentido de que possamos revisar as incorreções da atual legislação do IPTU em Salvador”, afirma Augusto.


























