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CLÁUDIO HUMBERTO
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, recuou da decisão de obter dados sigilosos de quase 600 mil pessoas após ser posto em “saia justa” pelo Banco Central. A Unidade de Inteligência Financeira (UIF), ex-Coaf, enviou a Toffoli ofício onde explica que o acesso a Relatórios de Inteligência Financeira é feito via usuário e senha. O problema é que o BC gravaria quais informações seriam acessadas, segundo especialistas em tecnologia da informação.
VITÓRIA INDIRETA
Com isso, Toffoli confirmou que os órgãos de fiscalização mantiveram controle dos acessos. Ele exigiu esse detalhamento da UIF.
COM VAZAMENTO NÃO DÁ
Dias Toffoli levantou o sigilo das decisões liminares de sexta (15) e segunda-feira (18) “diante de vazamentos alhures”, segundo explicou.
NEM PRECISOU ACESSAR
O presidente do Supremo “não realizou o cadastro necessário e jamais acessou os relatórios”, atesta o STF. E depois devolveu as informações.
SIGILO MANTIDO
Toffoli determinou a devolução de mídias e informações à Receita e BC “com as cautelas devidas” para que o sigilo fosse preservado.






























