Pela lei, matadores de Suzano eram terroristas.

Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os assassinos de Suzano — Foto: Reprodução

 CLÁUDIO HUMBERTO

Se fossem capturados vivos, os dois assassinos da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), seriam enquadrados como terroristas, de acordo com a Lei Antiterrorismo em vigor desde 2016. O especialista em direito criminal Adib Abdouni confirma o entendimento. Segundo ele, a preparação para o crime, a participação de mais de um criminoso e o assassinato de pessoas a esmo caracterizam o ato de terrorismo.

APENAS TRÊS ANOS
O pior é que a legislação brasileira garantiria ao terrorista “dimenor”, Guilherme Taucci Monteiro, 17, apenas 3 anos de “internação”.

PENSE NUM ABSURDO
O terrorista “dimenor” ficaria internado por 3 anos porque não estaria cumprindo sentença de natureza penal. Seria “medida sócio-educativa”.

INVESTIGAR É PRECISO
O criminalista Adib Abdouni também lembra que a investigação policial vai indicar se o crime teve “outros colaboradores”.

SAIRIA BARATO
Condenado pelos dez assassinatos e outros crimes, Luiz Henrique de Castro, 25, o terrorista “dimaior”, ficaria preso no máximo por 30 anos.

Coluna de Cláudio Humberto

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