
As 16 pessoas mantidas reféns por quatro criminosos no Centro de Saúde Osvaldo Caldas Campos, na Santa Cruz, foram liberadas no início da noite desta segunda-feira (10). As negociações com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) começaram no final da tarde, após quatro integrantes da quadrilha invadirem a unidade durante fuga de uma ação da Rondesp/Atlântico.
A liberação das vítimas ocorreu menos de três horas após o início da conciliação. “Apesar do susto, nenhum refém ficou ferido e isso é o que importa. As negociações foram conduzidas de forma pacífica e os acusados encaminhados a Central de Flagrantes”, afirmou o comandante de Policiamento Especializado, Humberto Sturaro.
Quatro armas usadas pelo bando foram apreendidas. De acordo com o major PM Amílton, comandante da 40ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/ Nordeste de Amaralina), três suspeitos foram atingidos e não resistiram aos ferimentos durante o confronto, ocorrido antes de parte do grupo invadir a unidade de saúde. Um policial militar das Rondas Especiais também foi atingido, na mão, e levado para o Hospital Geral do Estado, onde passa bem.
Conforme a polícia, os suspeitos exigiram que familiares deles e a imprensa fossem para o local para acompanhar a negociação. Três deles estavam em uma sala com 15 reféns, sem armas, mas fingido estarem armados. Um terceiro homem estava armado em outra área do posto de saúde, com mais uma refém.
Após se entregarem, os suspeitos foram levados pela PM para a Central de Fralgantes da Polícia Civil, onde o caso será registrado. Segundo o coronel Humberto Sturaro, comandante da Unidade de Policiamento Especializado da PM, eles devem responder por cárcere privado, porte de arma e tráfico de drogas.






























