Agência ANSA
São Petersburgo – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aproveitará a reunião do G20 em São Petersburgo para explicar aos líderes das maiores economias do mundo sua opinião sobre a crise na Síria, informou nesta quinta-feira a Casa Branca.
Segundo o governo norte-americano, Obama tentará conquistar apoio político e diplomático para uma intervenção militar na Síria e para que o presidente Bashar al-Assad seja considerado “culpado” pelo uso de armas químicas em conflitos locais.
A cúpula anual do G20, que reúne as 20 principais economias do mundo, começou nesta quinta-feira, em São Petersburgo, na Rússia.
Em um encontro bilateral com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, nesta manhã, Obama afirmou que Assad “violou as leis internacionais”.
Por sua vez, o primeiro-ministro da Itália, Enrico Letta, que também participa da cúpula do G20, defendeu que o encontro é “a última ocasião para se chegar a soluções políticas” para a Síria. Ele já disse ser contrário a uma intervenção armada e garantiu que a Itália não participará de nenhuma ação sem o aval das Nações Unidas.
Anfitrião do encontro, o presidente russo, Vladimir Putin, propôs discutir o tema da Síria em um jantar oficial.
Nesta quinta-feira, o jornal norte-americano The New York Times afirmou que a reunião do G20 em São Petersburgo será lembrada como “a cúpula que substituiu o Conselho de Segurança na ONU”. (Ansa Brasil)


























