AGÊNCIA ANSA
Cidade do Vaticano – O papa Francisco afirmou nesta segunda-feira que as pessoas corruptas “fazem mal à Igreja Católica”. Em uma missa celebrada na Casa de Santa Marta, no Vaticano, ele citou “três modelos de cristãos na Igreja: os pecadores, os corruptos e os santos”.
“Sobre os pecadores, não é preciso falar muito, porque todos nós somos. Nos conhecemos por dentro e sabemos que somos um pecador. E se algum de nós não se sente assim, visite um médico espiritual, porque algo não vai bem”, disse Francisco. “Em seguida, há os corruptos, que deram um passo adiante, como se estivessem consolidados no pecado. Não precisam de Deus, pois possuem um Deus especial. Eles mesmos são Deus”, afirmou o Papa.
Segundo Francisco, os corruptos são um “perigo” também “para as comunidades cristãs, porque pensam somente no próprio grupo”. (AnsaLatina)































DIÁRIO, HEBDOMADÁRIO ou MENSAL
Se didática não pode ser universalizada por nenhuma universidade, jornalismo e idioma, também não. O primeiro é um dom, como a habilidade futebolística, o segundo, só na biblioteca.
Viemos de uma época, na qual se lia jornalistas como Stanislaw Ponte Preta e Millôr Fernandes, gente que se tivesse pela frente religioso, como foi o caso de dona Gaby, teria transformado o “cara” num “pigmeu”, mas ela, não. Não se fazem jornalistas, como antigamente.
Nós que vivemos o período da ditadura, somos como “gatos escaldados” diante de qualquer ameaça obscurantista que se desenhe no horizonte e hoje ela se chama BÍBLIA.
Precisamos esclarecer que para pessoas realmente letradas, Jesus de Nazaré é uma coisa, já religião e Bíblias, outras muito diferentes, mas isso é outra história.
Religiosos, ora reunidos em “bancadas”, no Congresso Nacional, ora apartados entre os que ficam, segundo a prestigiosa revista FORBES, milionários e os que seguem direto para programas sociais do nosso valoroso Supremo Tribunal Federal, conhecidos nos meios populares como MINHA PENITENCIÁRIA, MINHA VIDA, esses seriam os principais beneficiados com a “mordaça” na imprensa, a submissão do Supremo Tribunal Federal ao nosso Congresso, infestado de parlamentares que não estão “nem aí” para nosso avanço civilizatório.
Imprensa, Imprensa! Os religiosos contam com votos de cabresto e redes de submissão, por isso eles vivem falando em “plebiscito”. Seria a vitória do asno sobre o corcel; da barbárie sobre a civilização e o grande seria novamente vencido pela preferência popular por Barrabás. A única forma de a gente sentir saudade da ditadura, seria uma teocracia.