CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
Trabalhar com Dilma está cada vez mais difícil, e se tornou insuportável nos dias tensos da votação da MP dos Portos. Seu temperamento explosivo atinge primeiro auxiliares mais próximos, que, pela formação profissional ou por serem humildes, não reagem aos esculachos – como seguranças, diplomatas e ajudantes de ordem. Agora, também os médicos da Presidência estão à beira de um ataque de nervos.
Ataque nervoso – Médicos do Planalto ficam apavorados quando precisam acompanhar Dilma em viagens. Há caso de colapso nervoso entre esses servidores.
Inclua-me fora – O Planalto teve dificuldades até para encontrar oficial do Exército que aceitasse assumir o outrora ambicionado posto de chefe da segurança.
Assim não dá – Em 2011, a ajudante de ordens E.H., capitã de fragata admirada na Marinha, quase desistiu da carreira só para se livrar das humilhações.
Ninguém merece – Assim como não havia quem quisesse chefiar a segurança de Dilma ou virar ajudante de ordens, médicos se recusam a atuar no Planalto. (Coluna de Cláudio Humberto)































