
Foi com ideia e criatividade da Bahia que o ex-governador e atual vereador Waldir Pires (PT) conseguiu superar o problema criado pelo então ministro das Comunicações, Antonio Carlos Magalhães, que conseguiu tirar do sistema ferryboat dois navios que operavam na linha Salvador-Bom Despacho.
Atendendo a um pleito do seu amigo José Sarney, na época presidente da República, ACM, que era ministro das Comunicações, o mais poderoso do governo, mandou para o Maranhão os ferries “Mont Serrat” e “Vera Cruz”, que em 1988 começou a fazer a travessia entre São Luís-Alcântara.
A Internacional Marítima, empresa escolhida agora pelo governo Jaques Wagner para operar o ferryboat baiano, foi fundada justamente em 1988. Começou com esses ferries baianos. Seu presidente, tem ligações profundas com a família Sarney. Mas isso é uma história que fica para depois.
A saída dos navios “Monte Serrat” e “Vera Cruz” da travessia Salvador-Bom Despachou causou um grande impacto no sistema e atingiu em cheio os usuários e toda a Ilha de Itaparica. O sistema ferryboat tinha oito embarcações e ficou com apenas seis em condições precarímas – João Durval tinha deixado a herança para Waldir, numa época em que a Ilha experimentava um grande crescimento, com implantação de dezenas de condomínios, desenvolvimento do comércio e do setor hoteleiro.
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“Dr. Waldir, nós temos a solução para suprir a falta desses dois ferries. A proposta é essa – o projeto de transfomação de dois navios comuns em dois dose dupla. O Sr. autoriza a CNB a executá-lo?'”.
Waldir nem pensou duas vezes: “Pode tocar o projeto imediatamente”.
Os navios escolhidos para receber um segundo convés e virar dose-dupla foram o “Agenor Gordilho” e o “Juracy Magalhães Jr”. O projeto era simples e tinha custo baixíssimo: era apenas a colocação de um lastro dividindo o convés de veículo.
E mais: a criação dos ferries dose-dupla foi toda feita em estaleiro da Bahia, empregando gente da terra. A CNB não recorreu a estaleiros de São Paulo, Santa Catarina, Aracaju e sequer à Base Naval de Aratu. E muito menos ao Maranhão, como fez agora o governo Wagner. O projeto foi totalmente executado no Estaleiro Corema, que funcionava perto do bairro Ribeira.
Não se gastou nem R$ 1 milhão a preços de hoje. Agora, para recuperar os navios e entregá-los novos para a maranhense Internacional Marítima, o Estado desembolsou mais de R$ 20 milhões, segundo informou o secretário Otto Alencar. Mas esse custo, segundo se sabe, passou dos R$ 30 milhões.
Enquanto o dinheiro prometido por Sarney/ACM para compra de duas embarcações novas não saía, o governo de Waldir foi à procura de embarcações no mercado externo para fazer deslanchar de vez o sistema ferryboat, com a incorporação de ferries modernos à frota.
“Estivemos na Inglaterra, Noruega, Argentina, Chile entre outros países. Fechamos a aquisição de dois modernos navios, mas o governo federal não autorizou o financiamento. O Senado Federal tinha vetado em definitivo a liberação dos recursos”, conta hoje o empresário Wilson Andrade, diretor atual da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (Abaf).
A malvadeza de ACM contra Waldir tinha enfim ficado escancarada. A história é essa. Não procede em hipótese alguma a informação de que ACM tinha liberado financiamento para dois navios, sim, que seriam o “Ipuaçu” e o “Rio Paraguaçu”. Esses dois já estavam na Bahia fazia tempo: foram incorporados no governo de João Durval. O nome Ipuaçu inclusive é em homenagem ao distrito de Feira de Santana, onde o senador João Durval nasceu.
Criatividade – Mesmo sem conseguir financiamento de Sarney/ACM, foi no governo de Waldir Pires que o sistema ferryboat bateu todos os recordes de transporte de passageiros e veículos: em 1989, foram mais de 1,1 milhão de veículos transportados e mais de 5,5 milhões de passageiros. Hoje o ferry não consegue transportar mais que 750 mil carros/ano, apesar de a população de Salvador ter dobrado nos últimos 20 anos.
Sem ferries novos e sem nada, uma vez mais prevaleceu a criatividade baiana. A CNB implantou o sistema de venda de passagem com hora marcada para que as pessoas pudessem programar suas viagens e embarcar com comodidade. Enquanto isso, com a demanda crescendo de forma assustadora, os usuários ganharam horários na madrugada e os caminhoneiros tinham direito a horários exclusivos, só para eles. Mas eram horários normais, 2, 3, 4 horas da manhã. Hoje o sistema só funciona depois das 23h uma vez na vida. A demanda despencou depois dessas concessões loucas feitas de Paulo Souto para cá. E com uma mãozinha de Wagner, também.
“O anúncio do sistema de hora marcada gerou uma grande polêmica. Muita gente achava que não dava certo. Mas como não dava? No aeroporto e na rodoviária não era assim, por que no ferry não? Foi o hora marcada que disciplinou o sistema ferryboat como um todo, com a distribuição da demanda. O governo não investiu um centavo e o usuário ficou satisfeito, porque sabia que contava com embarcações para todos os horários. Foi só criatividade”, explica Wilson Andrade.
Além disso, o usuário contava com venda de bilhetes em diversos postos, inclusive em shoppings, e não apenas nos terminais marítimos. A partir da ideia de Wilson Andrade, foram criadas as campanhas publicitárias do hora marcada e do “Corujão” pela Engenho Novo, do publicitário Fernando Passos, que ganhou vários prêmios, inclusive o Top de Marketing. Depois que Paulo Souto trouxe o Comab e em seguida a TWB para a Bahia, o hora marcada foi perdendo credibilidade. Hoje já não existe mais.
A Bahia, com a maior costa marítima de todo o país, com centenas de marítimos e construtores de embarcações, com empresários respeitáveis e altamente competitivos, não precisava importar TWB, Comab, Kaimi e Internacional para resolver um problema simples de gerenciamento de um sistema de transporte como o ferry. Essas empresas que vêm de fora não trazem nada, só pessoal, para desempregar os nossos trabalhadores. Não trazem embarcações, não investem um centavo sequer em nada. É tudo de mão beijada. E depois deixam tudo na sucata como aconteceu agora. E os nossos governantes nunca aprendem. Por que será?




























Eh hj q Fedegoso se acaba em cima de dona fernanda, de
A matériA , as duas, contam tudo. DççPelo visto muita gente mamou. Dr Saldar TV manhoso deu seu recado.
Fantástico JM a reportagem do texto acima, traz soluções simples ajudando a resolver grandes problemas, não foi preciso privatizar o sistema na década de 80 e metade dos anos 90 que mal o bem a CNB deu conta, tiveram a brilhante idéia de trazer essas aventureiras, como COMAB, KAIMI, TWB, INTERNACIONAL MARITIMA, as colocações do Vereador Waldir Pires atesta a incompetência do Governo do Srº Jacques Wagner o mesmo teve a chance de equilibrar o sistema e jogou novamente nas trevas, mais mudando de assunto gostaria de saber como esta o andamento da reforma do ferry Ipuaçu, falaram que os navios Agenor Gordilho e Juracy Magalhães Jr. irão integrar a frota em (04) de abril, JM de olho neles ta na hora de investigar a realidade e que estágio realmente estar à reforma desses três navios.
Wilson Andrade respondeu CPI por várias irregularidades cometidas na CNB.
Não é verdade que ACM determinou a ida dos ferries Mont Serrat e Vera Cruz para o Maranhão durante o governo Waldir Pires.
Isso é uma mentira deslavada.
1) Os citados ferries tinham sido enviados para o Maranhão, pois ACM negociou com Sarney que o governo do Maranhão quitaria dívidas que a CNB tinha com o BNDES. Uma vez quitada essas dívidas, o BNDES abriria uma linha de crédito para financiar os ferries Ipuaçu e Rio Paraguaçu.
2) Quando essa operação foi realizada, Waldir nem pensava em ser governador;
3) Mesmo que Waldir fosse o governador, ACM não poderia determinar a ida dos ferries Vera Cruz e Mont Serrat para o Maranhão, pois a CNB era controlada pelo governo da Bahia e não pelo governo Federal onde ACM era Ministro.
Esse Wilson Andrade é um incompetente, marqueteiro e cometeu uma série de irregularidades na CNB, todas elas denunciadas pelo Sindicato dos Arrais e Mestres de Cabotagem.
Es estou achando que o comentário de Fernanda é de quem perdeu alguma coisa. Está destilando muito ódio. Só presta o que ela sabe do ferry boat? Será que só a TWB prestou e que a Internacional Marítima vai prestar? É muito fácil receber dinheiro do povo e sair distribuindo por aí. E eu soube aqui no terminal que o sindicato dos Arraes que acompanha esta Internacional Marítima em São Paulo é todinho comprometido com seu delegado aqui na Bahia e está explicado aí porque está caladinho com tantas demissões ocorrendo. Só tem gente do Maranhão comandando e foi isto que Wagner queria.
A trajetória de Waldir Pires é toda feita de incompetência e mentiras.
Bom! Dona Fernanda deve se remoendo na cova. Na cova deles, pois que alguns foram remexidos que a terra fofa os ressuscita. O passado não é tão passado que desapareça da lembrança dos nativos. Mas o que eu dizia era justamente isso, da covardia que é a privatização quando o nosso povo baiano é capaz de dar solução ao caso. Quando digo nosso povo, digo de gente da terra, sem xenofobia, acreditem. Não vejo razão à contratação que feita, quando muito vai disfarçar a ajuda em 2014, o que não consentimos nem concordará o Ministério Público que o de ontem não é o de hoje. Não arrisquem a emergência apregoada que não passa pelo crivo de nenhum boçal, quanto mais aos que vão se importar em cobrar. Isso mesmo, nós mesmos vamos gritar que até surdo de nascença vai acabar por nos ouvir. Fica o aviso. É vital que saibam da nossa insatisfação.
A verdade é uma só: vcs do Jornal da Mídia sacanearam, deram na cara deles, mostraram que conhecem da coisa. E esses aproveitadores de plantão nem se assustam. Querem continuar mamando nas custas do nosso dinheiro. É dinheiro pra recuperar navios, é dinheiro pra comprar navios, é dinheiro pra tudo. E o governo alimentando com o nosso dinheiro essa quadrilha de espertalhões. Vcs são ladrões. Vcs jogam de forma combinada. Todo mundo conhece todo mundo. Digam que não é verdade? digam por favor!
Parabéns Fedegoso pelo comentário mais uma vez brilhante. Esse pessoal não aprende. Essa coisa de privatização, de conceder sem conceder, é uma mina de dinheiro na Bahia. Se lenhem seus corruptos!!!
Eu quero dizer a todos e reprimir profundamente uma inverdade dita aqui pela leitora que se identifica como Fernanda não sei de que que eu jamais fui censurado pelo Jornal da Mídia como ela vos disse colocando aqui mentiras. Eu apenais em minha extrema consciência passei a refletir que não é primaz ficar discutindo com pessoas que interpretam tudo ao contrário e de forma deturpada para condenar as opiniões diversas. Se eu fosse censurado eu posso vos garantir que pediria direito de resposta a todas as agressões sofridas, principalmente por parte de um certo leitor que só sabe maltratar as pessoas honestas.
Mas nobres e senhores escritores, tudo que já vos coloquei aqui estava profundamente escrito nas estrelas. Não morram, em vos imploro, falando sobre esta coisa horrorosa do ferry boat. Eu vos disse que nada disso que todos debatem com tanta preocupação agora poderia ser evitadas com exatidão, se o nosso diretor da Agerba escolhesse pessoas certas para os lugares certos. Mas nada disso aconteceu e esta é a frustração profunda que abate sobre todos os agerbianos e funcionários da casa.
Vamos nos preocupar também com as linhas de ônibus. Existem para esculhambar tudo dezenas de linhas de ônibus que estão a rodar totalmente de forma clandestinas. São inúmeras de licenças vencidas e que vão ficando por isso mesmo. É por isso que eu sempre preguei aqui para provocar o profundo debate: qual o empregado, o servidor efetivamente da Agerba iria aceitar esta situação escandalosa? Nenhum, eu vos digos.
Mas se aceita atualmente para minha descontínua decepção na direção da Agerba. Em vez de licitar novamente as linhas eles vão jogando com a barringa por algum interesse. E o Ministério Público não faz nada? Eu vos interrogo: porque não faz? Minha decepção maior é esta.
O PT de Fedorento está privatizando tudo….E vamos nós pagando pedágio na 324 e estrada do CIA.
Rapazes procurem saber se tá tendo demissões. Esses canalhas vão pagar igual a TWB. E Wagner nos disse o que? Ninguém vai ser demitido. Se orientem seus …
Estou repetundo aqui o poster que coloquei também na matéria anteria da reportagem de Waldir para dona Valéria não ficar falando bobagens:
Dona Valéria Pestana tá nervosa demais. Que ódio é esse de Walfir Pires dona Pestana?
E o Wilson Andrade, o que foi que ele fez a senhora? Que rancor é este? Será que a senhora era empregada da CNB na época de Wilson Andrade?.
Fique calma, mulher! Oxi. Eu não sou PT não.
Mas, a propósito dona Valéria, a senhora é Sarney? A senhora conhece a Internacional Marítima A senhora tem intimidade com o dono da Internacional Marítima?
Dorna Valéria, a senhora já ouviu falar algum dia em MURAD, marida da filha de Sarney?
A senhora se recorda da lavagem do dinheiro, do Caixa 2.?
Dona Valéria, leia a edição número 1.471 da Revista Veja que a senhora vai se informar melhor sobre o dono dessa empresa. A senhora quer entrar na Internacional é? Pede a Dr. Otto Alencar, ele consegue na hora. Ou então liga pru Sarney.
Tenha calma dona Valéria. Waldir não falou nada demais só recordou a malvadeza. A senhora é malvadinha tb???
Tem gente na Seinfra que odeia este Fedegoso se pudesse dava o fim nele porque eles acham que Fedegoso maltrata demais o pessoal que não é do PT. E o Fedegoso gosta muito de detonar os outros. Quando alguém tem ódio de alguém agora diz assim VC É AQUELE FEDEGOSO QUE FICA MANDANDO MENSAGENS. O négio tá feio Fedegoso.
É sempre bom trazer fatos antigos ao conhecimento do povo. Muitos aqui não conviveram com àquela realidade. É comum em nosso País permitir a degradação do patrimônio público para depois justificar a privatização e foi que aconteceu com a CNB. Era um verdadeiro cabide de emprego que prestava serviços de má qualidade. Contudo, havia naquela época, mais embarcações que hoje apesar do crescimento populacional e da demanda.
O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL não pode nem deve baixar guarda em relação aos serviços prestados no sistema Ferry Boat. Principalmente depois que a empresinha LUMAR conquistou o status de ESTALEIRO numa “laranjada” em que o testa de ferro é quem possui menor participação societária. E PASMEM !!!!! foio testa de ferro da LUMAR quem convidou a INTERNACIONAL MARÍTIMA para vir para a Bahia…..palavras de um diretor da referida empresa a uma pessoa muito séria que não divulgu nada ainda porque prefere juntar “provas”. Eu disse a ela: procura o MPE para apurar estas denúncias.
O ferry que dizem ter recebido melhor tratamento PINHEIRO, já apresentou problemas técnicos semana passada. Atrasos voltaram a ocorrer. O Rio Paraguaçu esta horroroso e os demais até agora nada. Seis meses se passaram desde a intervenção e nada de embarcações seguras e confiáveis. Semana passada os diretores da Internacional já debochavam com desculpas esfarrapadas os atrasos nos embarques.
DESTA VEZ não vamos esperar para agir. SE ENGANA QUEM PENSA QUE AQUI NA BAHIA É TERRA SEM LEI E QUE O POVO DAQUI NÃO TEM SANGUE NAS VEIAS. SE ENGANA QUEM PENSA ASSIM.
GENILDO esta havendo muitas demissões e elas colocam em risco a segurança, manutenção e os serviços do sistema ferry boat.
O ESTADO pagou as indenizações dos ex empregados da TWB e a INTERNACIONAL MARÍTIMA esta demitindo e pagando apenas os poucos dias que estas pessoas permaneceram em serviço.
Alguém sabe explicar porque RANDON permanece nos quadro da AGERBA até hoje??? Ele participou de momentos importantes desde a cegada da COMAB, CAYMI, TWB e agora Internacional MArítima.
Sabedor de todas as maracutais destas empresas citadas, porque ele não vetou a entrada também da LUMAR que tem no quadro homens como MARTINELLI E MIGUEL (ex comab) que tem processos contra o Estado? Apenas pediram ao MArtinelli para ficar quietinho, não aparecer. Fica então o Conde agindo como testa de ferro.
Vaca leiteira , eterna vaca leiteira o sistema ferry boat
Eu não entendi bem este comentário aí dizendo que o pessoal da Seinfra tem ódio de Fedegoso que bobagem onde está o direito de se expressar? tem que ser então falando bem dos patrões, dos diretores? é esse tipo de gente que presta. gente omissa que só sabe conversar e que não trabalha direito que se enconde mesmo sabendo e vendo as coisas erradas acontecendo, eu sou mais a opinião de Fedegoso mesmo.
Este ferry com esta empresa de Sarney tá a mesma porcaria de sempre só três barcas se arrastando peguei quatro horas de fila, mandei torpedo pro jornal da mídia falando tudo e ninguém deu atenção. Fila enorme ontem e a porcaria funcionando só com três. Cadê a Agerba? Tá fiscalizando mesmo zorra nenhuma essa Bahia é mangue mesmo até empressinha do quintal do Maranhão de Sarney vem pra fazer farra aqui.
Srs,
não adianta exaltar os ânimos, a unica coisa que vai mudar é somente quem vai comandar o ferry, o resto sera como antes, atrasos,filas,embarcações quebradas e toda rotina que vocês já estão acostumados. Tem que privatizar pois ai sim, as empresas vão necessitar de lucrar para sobreviver. Quanto as quebras, cobrem a AGERBA, pois foi ela quem contratou a empresa que realizou a manutenção e pelo que li não gastou pouco para esse “serviço”. Sr. Pessoas e Samir, vão a público e digam a verdade, assim o povo baiano ficará sabendo o que realmente aconteçe
Waldir Pires, ora, desenterrar este morto-vivo.
Franciso W.P. de Souza, foi aassim que este protótipo de político sério… pediu, no Diário Oficial da Bahia, aposentadoria , como ex-governador, depois de dois anos de desgoverno e perseguições na Bahia