REDAÇÃO DO JORNAL DA MÍDIA
O secretário de Infraestrutura e governador em exercício, Otto Alencar, voltou a falar sobre o sistema ferryboat, que está sob intervenção do governo. Não só voltou, como também fez novas previsões sobre as operações, especificamente sobre o número de embarcações que vai estar em tráfego durante o Carnaval.

Desde o final do ano, quando previu que a população seria atendida por sete ferries e apenas três operaram, Otto Alencar ficou longe dos microfones e das câmeras. Até ontem, quem falava sobre o ferry em nome do governo era o próprio governador Jaques Wagner ou o secretário Robinson Almeida.
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E a reestreia do vice-governador na TV não podia ser melhor para um político que voa alto e está de olhos bem arregalados para as eleições de 2014.
Otto ganhou até cartão verde do apresentador Raimundo Varela. Não apenas um cartão, mas cinco: na abertura do programa, no meio da entrevista, quando falou da recuperação das estradas, do ferryboat e no final da entrevista. Talvez, um recorde histórico do Balanço Geral da Record.
“Amanhã (17) o ferryboat Pinheiro voltará ao tráfego totalmente reformado”, garantiu um seguro Otto Alencar, acrescentando mais:
“No final de janeiro, os dois ferries dose-dupla – Juracy Magalhães Júnior e Agernor Gordilho – serão reincorporados à frota. Aí ficaremos com sete embarcações no Carnaval e o sistema funcionará bem”, sustentou sem pestanejar.
Otto explicou que o Agenor Gordilho depende apenas de um eixo, que está sendo importado e que deverá chegar dia 24 próximo, para deixar a Base Naval de Aratu.
“Para docar um navio, é preciso que o serviço seja bem feito e é o que estamos fazendo agora. A reforma é completa. O Pinheiro, por exemplo, vai fazer a travessia Salvador-Bom Despacho em 45 minutos. Ele ganhou até sistema de ar condicionado, depois de ser sucateado pela TWB. Nós não estamos fazendo maquiagem, como fazia a antiga concessionária”, disse.
































Antes de tudo isso ter ocorrido, tive a oportunidade de ser recebido pelo Dr. Eduardo Pessoa, na Agerba.
Percebi ser uma pessoa muita preocupada com a situação do sistema, porém carece de pessoas competentes para assessorá-lo nessa questão.
Tive a oportunidade de alertá-lo sobre a Empresa LUMAR, pois conheço bem sua atividade. Essa empresa não tem qualquer qualificação técnica para manutenção de embarcações.
Fui Comandante dos Ferries durante 9 anos da minha vida, Fui Presidente do Sindicato dos Comandantes e Imediatos e também fui Assessor Especial da Presidência da Companhia de Navegação Baiana – CNB. Fui Chefe Portuário do Terminal Aquaviário da Petrobrás em Madre de Deus e Gerente Operacional e Comercial de uma Empresa de Rebocadores em Salvador, Vitória e Santos. Atualmente estou exercendo a Diretoria de uma empresa de apoio portuário.
Expliquei ao Dr. Eduardo que os modelos de concessão que mantiveram até o momento são completamente inadequados e sempre levará os resultados já conhecidos por todos.
Sugeri ao Dr. Eduardo que o Governo Wagner resgatasse a Companhia de Navegação Baiana e fizesse um processo licitatório em regime de PPP.
Como seria: 1) A CNB seria uma estatal Estadual proprietária das embarcações e responsável pelas arrecadações e pelos custos de manutenção de todas as embarcações e dos terminais de São Joaquim e Bom Despacho;
2) a Empresa privada ficaria responsável pelas operações e pela manutenção das embarcações e dos terminais;
3) a remuneração da empresa privada seria por administração, ou seja, receberia um valor pelos serviços prestados, depois de abatidos todos os custos de pessoal, impostos, encargos;
4) a manutenção feita pela empresa privada seria preventiva, preditiva e corretiva, além de manter uma equipe fixa para pequenos reparos a fim de assegurar a operacionalidade das embarcações;
5) o Governo não poderá ingerir na escolha da equipe de trabalho da empresa privada, mas poderá intervir caso haja má gestão que comprometa o sistema.
Se o Governo quiser discutir um modelo de gestão do sistema ferry boat, estamos prontos para contribuir tendo em vista nossa experiência nessa matéria, o que não dispõe nem a LUMAR e nem a Internacional Marítima, pois esta última conhece de suas atividades apenas no Maranhão e em Guarujá.
Kakakaka Eu me acabo hj. Quer dizer que o homem é vice-almirante mesmo? Tô mandando a foto pro gabonete do governador que tá na China, mas ele vai receber. Já botei no Facebook pra todo mundo ver….Que sacanagem,…meu;
Parabéns oao leitor Vital sobre os seu extenso comentário. É de quem entende e é do ramo, ao contrário desse pessoal da Lumar e da Internacional Marítima. Incompetência pura.
compra compra cavalinho
com dinheiro do ferryzinho
compra compra alazão
tudo sem licitação
compra compra sem parar
com dinheiro da Lumar
…da lama r
Ferry Pinheiro, depois de reformado fazer a travessia em 45 minutos, é muito tempo. Nos anos 70 com motores Villares, a travessia era de 35 minutos. Hoje, em 2013 com tecnologia a travessia deveria ser de 15 minutos, usando propulsão que atinge 35 nós/h. Tá faltando cavalo(Hp) nesse motor do Pinheiro!
Por que a travessia tem que ser em 45 minutos, não menos?
Se postei algo diferente, desconsiderem.
O senhor Vidal apresenta uma proposta de “solução” totalmente inviável quando a cláusula terceira que posta mata todo o argumento. Deem uma lidinha nela.
Noutro comentário eu disse que
Ninguém quer ganhar, receber, ser remunerado por eficiência quando os governos são vistos “viúvas”, como vacas, e vaca que não dá leite…ninguém quer.
O que o senhor Vidal oferece como equação para remuneração da empresa “tocadora” do serviço o seguinte:
“3) a remuneração da empresa privada seria por administração, ou seja, receberia um valor pelos serviços prestados, depois de abatidos todos os custos de pessoal, impostos, encargos;”
Quem não percebe no texto acima, o tal do “sobre o lucro”? Muito bem. O que se esconde atrás da proposta do senhor Vidal? Ora, quem for usar os serviços da empresa de navegação vai ter que pagar de modo a dar lucro para a empresa. Sem lucro vai dividir o quê? E quem vai dar o tal do lucro? Resposta fácil: – o povo morador das Ilhas, o povo pobre, o povo lascado.
Mas fui mais longe e perguntei:
– Como um negócio desse vai dar lucro, se por mais de 20 anos é motivo de desmandos que só Deus sabe o tamanho? O passivo que ali existe deve ser gigante. Como saber depois do faturamento de um mês o que é realmente lucro?
Foi aí que o senhor Vidal me desancou. Xingou a mais não poder.
Ora senhor Vidal, pois que derrube os meus argumentos, mas não ataque a minha pessoa. Esse truque é velho. Não funciona comigo. E repito. Onde tem lucro, tem que ter alguém pagando caro, pagando mais do que o serviço vale, mais do que a mercadoria custou. Caso contrário, não teríamos o lucro. E o transporte de passageiros, seja ele marítimo, rodoviário, ferroviário é concessão. E onde tem concessão, não se fala de lucro.
Resumindo. Essa elite não consegue viver sem uma “viúva”. Transporte devia ser é de graça. Assim como são as escolas públicas, as universidades federais, estaduais, o atendimento médico pelo Sistema Único de Saúde, a segurança pública, as ruas etc e tal.
Dentro do bojo da proposta do senhor Vidal esconde um perigo enorme, ou seja: a espoliação do povo.
Sr. Vital,
conte com nosso apoio e empenho no sentido de viabilizar esta solução. Sem dúvida que esta é a melhor alternativa.
Como usuários entendemos desta forma, desejo que o governo, tenho o mínimo de bom senso e atenda nosso apelo. Chega de Comab, Caymi, TWB, Lumar, Internacional……é hora de assumir as redeas.
Parabéns pela coerência. Coisa que tem faltado a muitos, principalemente a quem não conhece ou não vivencia o dia a dia daquele sistema de transporte tão necessário para seus usuários.
DR. OTTO, SR. VARELA, cartão verde para todo o sofrimento causado ao povo? houve permissividade, omissão e recentemente falsas promessas. O retorno das embarcações devidamente recuperadas não é um favor, é uma obrigação, o resgate de parte de uma imensa divida que o governo do Estado tem com a nossa ILHA.
Senhores, a proposta do Sr. Vital de fato é mais viável para a operação do sistema, porém dizer que a Lumar ou a Internacional não tem condições de operar o sistema so revela mais uma vez que interesses pessoais estão sempre acima dos interesses coletivos. Como ele mesmo fala é diretor de uma empresa de apoio portuário, ou seja uma concorrente da Lumar. Para aqueles que não sabem na época da intervenção a Agerba consultou diversas empresas no estado para que pudessem contribuir com uma solução para o sistema e a única que se propos a ajudar foi a Lumar, agora que finalmente o sistema começa a entrar nos eixos os abutres de plantão começam a se manifestar. Senhores como escrevi em um post anterior sou morador da ilha, não sou nem nunca fui funcionário de nenhuma das empresas relacionadas com a questão, seja TWB, Lumar ou mesmo Agerba, mas vejo aqui que as pessoas estão defendendo interesses puramente pessoais na questão. Da mesma forma que o Sr Carlos Dias tem interesses na Lumar a Sra Fernanda Katone e o Sr, Vital claramente por algum motivo pessoal odeiam a Lumar. Gostaria de esclarecer aqui alguns questões. Primeiro, o Sr Conde de fato foi sucateiro, mas isso foi a quase 20 anos atras quando da sua saida da Usiba. Segundo, claro que não é verdade que Lumar pagaria para consertar o ferryboat, ela é uma empresa privada, faz negocios vizando ganhar dinheiro. Terceiro, ela é sim uma empresa séria, ao contrario do que a Sra Fernanda e o Sr. Vital afirmam, A Lumar possui contratos com a Petrobras , contratos importantes e ganhos unicamente pela sua competência na área. Quarto, a Sra Lenize tem problemas pessoais com o Sr. Conde dono da Lumar a muitos anos, e nada tem haver com o ferryboat, inclusive moram no mesmo prédio, isso ela nunca falou aqui, ou seja estamos falando de uma birra de vizinhos.
O que o dinheiro não comprar ninguém mais compra. Imaginem que o dinheiro fizeram de DOMINGOS LEONELLI o melhor secretário de turismo do País, o cara recebeu prêmio por isto. Desconheço qualquer forma de turismo que não seja bancado pela iniciativa privada. Onde tem bem público ou espaços públicos esta acabado, sujo, desabou, é perigoso, tomado pelo lixo ou depedrado.
Agora até OTTO ALENCAR virou mocinho. Será que vão pensar em canonizar a criatura? O povo se lascando nas filas do INFERNO BOAT, o cara mentiu mais uma vez como fez no ano passado que ele chegou a afirmar que 7 ferrys faziam a travessia, agora disse que os tais 7 ferrys fariam a travessia até o dia 15/12 e ninguém viu nada disto. O ferry que voltou, após a divulgação dos muitos milhões que estão gastando com as reformas, como aconteceu com o RIO PARAGUAÇU que quebrou logo que retornou ao tráfego.
O cara foi recordista em CARTÃO VERDE………….me deixe viu VARELLA…………me deixe.
É MELHOR QUE ESTES CARAS FIQUEM CALADOS do que fazer sacanagem, tirar sarro com a cara do povo. Debochados, o povo se lascando e vcs rindo da cara
Sem se repensar a modelagem técnico financeira do serviço de travessia, vai ser difícil viabilizar privatização, PPP, concessão, permissão ou o que o valha. Será que ainda é vantagem remotorizar, modernizar embarcações com mais que 40 anos? Por que insistir em embarcações grandes e de custo operacional alto ao invés de se tentar embarcações menores, mais ágeis (que na alta estação fariam mais viagens), mas de custo operacional mais adequado ao movimento da baixa estação, conferindo um melhor equilíbrio financeiro e a possibilidade concreta de uma tarifa menor para o Usuário e mais adequada ao custo da operação para o Concessionário?
Esse tal Fedegoso certamente está na folha da LUMAR e da Internacional, pois em nenhum momento li xingamentos do Sr. Vital a esse cidadão.
O que ele busca é distorcer uma proposta séria e viavel feita por uma pessoa respeitável e que conhece bem o sistema e a atividade marítima.
Esse cidadão com certeza faz parte da súcia da LUMAR e é do tipo que quanto pior, melhor.
Pelo português usado nos comentários, podemos avaliar que só interessados estão debatendo. Só gente fina. Notório que alguns demonstram interesses mais do evidentes. Português escorreito não é privilégio da plebe ignara. Também por isso sou contra as privatizações aqui defendidas em comentários. Ou seja, depois de modernizados as embarcações escancaram a boca cheia de dentes. São lobos do próprio homem. Famintos ameaçam abocanhar o naco da carne mais barata do mercado: a do povo. Privatizar o cacete!
Essa coisa só funciona se for administrada pelo poder público, pela AGERBA ou seja lá o que for. Mas tem que ser o governo. As instituições privadas só pensam em lucro, ganhar dinheiro do povo sofrido da Ilha. Depois de consertadas as embarcações até eu as quero. Ora pois! Chega de CAIMES, de TWBs!…Melhor o Estado tocando o negócio. Rico adora privatização, para esfolar o couro do pobre. Transporte é concessão. Transporte não é propriedade particular. O mar é de todos. Já, já, vão querer cobrar pelo ar que respiramos.
Estive observando alguns comentários e faço algumas observações:
1) ainda é válido efetuar as reformas nos ferries mais antigos, pois não existe embarcações disponíveis no mercado nacional para substituir esses ferry mais velhos. Sem as reformas, teríamos um colapso no sistema.
2) Após as reformas, tem que buscar novas construções e os modelos do Ana Nery e Ivete são ideais, porém não com 4 propulsores de 600 HP como está atualmente. Bastaria 2 propulsores de 1.200 HP e teria muito mais eficiência operacional.
3) Repito que constitucionalmente cabe ao Estado promover o transporte público…Essa é a função do Estado e o Estado não pode visar lucro. Quando apresentei algumas considerações anteriormente, é óbvio que sendo uma parceria público privada, a empresa privada, esta sim, visa lucro em qualquer atividade que atue.
Lamentavelmente me aparece uma mente completamente depreciativa e sem qualquer motivação que possa construir, mas sim, buscar distorcer os fatos, até porque, é totalmente ignorante na matéria.
O sistema tem solução e podemos ajudar o Governo na busca dessa solução. É fácil apresentar críticas. Difícil é construir saidas para um problema que não é somente do Governo, mas nosso, usuários do sistema.
Resposta a Rafael:
Como eu afirmei, sou diretor de uma empresa de apoio portuário…Nunca afirmei que era diretor de uma empresa de manutenção. Portanto, a minha empresa não é concorrente da LUMAR.
Além disso, essa história de ajudar é pífia. A LUMAR não está trabalhando numa atividade que desconhece sem receber nada. Quando estive com o Dr. Eduardo, ainda foi na fase de consulta de empresas para exercer a atividade de apoio operacional à atividade, minha especialidade.
A LUMAR nunca foi empresa de manutenção e tampouco tem contratos com a Petrobrás nessa atividade. Também nunca ataquei a idoneidade moral do Sr. Conde, pois o conheço apenas de nome. Se foi sucateiro, foi sua opção profissional à época.
Quando fui consultado à respeito dessa empresa, fui bem claro ao afirmar que a LUMAR não tem qualquer histórico na atividade de manutenção. Portanto, a LUMAR está executando atividades contratada pela Internacional, sem atestado de capacidade técnica devidamente registrado no CREA para a atividade de manutenção.
Essa informação que a LUMAR não tem registro no CREA e nunca apresentou a comprovação de qualificação técnica para a atividade de manutenção é muito séria.
A Lei 8.666/93 estabelece claramente que para ser possível participar de licitações, a empresa tem que comprovar a qualificação técnica.
Pelo visto, o Governo não fez licitação para essas reformas nos ferries sob alegação que se trata de emergência.
Emergência certamente não é, pois se o sistema parar como já parou várias vezes, existem alternativas de deslocamentos para a Ilha, descaracterizando a necessidade da dispensa de licitação.
O Ministério Público tem a obrigação Constitucional de investigar esse ato da Administração, pois trata-se de dinheiro público.
Usar irresponsavelmente o dinheiro público sem se ater às exigências previstas em Lei é algo muito grave.
O fato da LUMAR estar exercendo uma atividade de manutenção sem a comprovação de registro no CREA, cabe a essa instituição fiscalizar essa obra.
Estarei enviando uma manifestação ao CREA para saber o que está por trás disso e encaminharei ao Ministério Público esse fato para as apurações pertinentes.
Prezado Sr. Vital fico feliz de pelo agora estar discutindo com alguém que conhece um pouco área, mas com relação a suas afirmações consultei alguns amigos que trabalham na petrobras e estes me informaram que a Lumar não so possui contratos de mantenção como inclusive de contrução de embarcações com a mesma, acho que o senhor deveria se informar um pouco mais sobre o mercado de atua.
Segundo, por que entao a empresa que senhor trabalha não assumiu o serviço se foi consultada também? Quando falei em ajuda estava me referindo em aceitar o serviço, claro que a Lumar vai lucrar com isso, é uma empresa privada. O que eu vejo nessas discussões todas é aquela velha maxima “prefiro perder 100 para o outro não gahar 200”. Infelizmente a grande maioria das opiniões nesse forum são de pessoas que nunca entraram uma casa de maquinas de uma embarcação e acham que um ferryboat é igual a carro que vai numa oficina e no outro dia está pronto. Não tenho procuração de ninguem aqui muito menos da Lumar, mas ha duas semanas atras fui em Aratu para efetuar um serviço e pude ver o que está acontecedo la, conversei com outros engenheiros que estava trabalhando no ferry e pela primeira vez vi que fato a solução do problema está proxima, posso lhe assegurar que as mesma opiniões que o senhor tem sao as que ouvi da boca das pessoas que estão envolvidas no processo.
Desde o ínicio esse sempre foi meu ponto, até agora nao vi ninguem aqui falar que esteve presente na docagem dos navios para saber o que esta acontecendo.
Eu quero dizer ao leitor Rafael, que foi DAQUI DESSE MESMO FORUM que saíram as denúncias que acabaram tirando a TWB da Bahia. Foi daqui que saíram todas as falcatruas praticadas pela TWB. Agora mesmo assisto ao Sr. Otto Alencar dizer que o Estado vai comprar três ferries novos. Cada um vai custar R$ 26 milhões, segundo ele. Disse que a TWB vendia ferry superfaturado por R$ 39 milh~ies. Notícia velha. Desde 2009 que leitores desse jornal já comentavam isso.
Pois bem: o Estado comrpou navios superfaturados porque foi irresponsável, aliás, o Governo do Sr. Jaques Wagner comprou pq foi irresponsável e pq tinha gente influente por traz para receber a sua pontinha. E a TWB molhou a mão de muita gente. Como o Dr. Otto já chegou à conclusão de que a TWB superfaturava, já sabe também pelas investigações quem recebia as pontinhas da TWB. E pq não fala? Quem eram os secretários na época? Quem assinou a autorização para o Estado comprar os ferries Ivete Sangalo e Anna Nery, cada um por R$ 39 milhões? Quem foi? Pq Dr. Otoo Alencar nunca cita os nomes, apesar de que todo mundo já sabe?
Portanto, Sr. Rafael, veja, todas as denúncias divulgadas daqui desse forum foram bastante positivas. Se a Lumar e a Internacional Marítima forem do mesmo gênero da TWB, tenha a certeza que nós leitores, preocupados com esses eternos problemas do ferry boat, vão denunciar, doa em quem doer. A visão da grande maioria dos debatedores desse forum é com a melhoria do serviço para que o povo da Ilha de Itaparica seja respeitado. As fofocas, as pilhérias, as gozações, acontecem em todos os foruns, de qualquer jornal online. Se o Sr. entrar em sites do Estado de São Paulo, Folha, etc vai encontrar também muitas denúncias. Resta a cada um aproveitar o que merece ser aproveitado.
Acreditamos até que haja uma preocupação de alguns, de pessoas do governo, com vistas a uma solução definitiva para o ferry boat. Mas dizer que não estão ocorrendo falhas agora, tanto de manutenção, como operacional e como na reforma dos navios, é mentira. Portanto, se a coisa continuar andando mal, vamos falar, sim. O direito de expressão está claramente previsto na Constituição.
Eus vos peço um pouco de compreensão para minhas palavras modestas. Mas o que sempre vos disse daqui, o que sempre vos disse foi que nada disso estaria acontecendo se fosse indicado como interventor da AGERBA um profissional da casa, um funcionário concursado e do quadro efetivo. Não iria nunca aceitar as mazelas, pq tem muito dinheiro rolando minhas senhoras e meus senhores. Cheguei a citar um companheiro, o Antonio Rosevaldo, como exemplo. Mas, tentaram me ridicularizar , algumas pessoas com pensamento mesquinho, pessoas maldosas, questionaram até a minha conduta sexual por conta de uma humilde citação de um colega. Uma coisa abasurda. Eu vos peço que olhem atrás e vejam os primeiros comentários que fiz, que já apontavam tudo que acabaria acontecendo hoje na intervenção do ferry boat. Pessoa errada no lugar errado. Me engulam agora os críticos, as aves de rapina.
Todo mundo quer “coisar” com mamãe, mas com o papai ninguém quer nada.
Privatizar? Pra quê? Pra pagar 39 por aquilo que hoje se compra por 26? O que vcs acham? Todo mundo quer tocar o negócio, mas quem tem que pôr dinheiro é o Estado? Bobinhos, né! Ora, assim até eu quero. Quer ter negócio privatizado, bote o dinheiro pra fora. Ah! O dinheiro do Estado todo mundo quer, né! Que entregar administração para a sociedade civil que nada. Se é o Estado que bota dinheiro no negócio, prefiro a gestão dele. Alguém aí vai entrar com quanto? Com nada? Com a cara e a coragem? Tá!!! Fernando Henrique vendeu a metade do Brasil, tudo por 70 milhões, ninguém sabe pra onde foi o dinheiro, até hoje. E vcs não querem pôr dinheiro nenhum, mas já estão se articulando pra tocar o negócio, ficar com o empreendimento na bacia das almas, com essas ideia pai d`égua. Sabichões!? Me deixem, viu! Me deixem, viu!
Sr. Rafael,
Desculpe-me a imodéstia, mas não conheço um pouco da área, conheço bastante, pois atuo nesse segmento há 39 anos. Sou Mestre de Cabotagem, Administrador de Empresas, pós graduado pela PUC do Rio em Planejamento Estratégico e Controle Empresarial e Bacharel em Direito, inclusive comandando os Ferries durante muito tempo.
Volto a afirmar que a LUMAR não tem histórico como empresa de manutenção. A Lumar iniciou os seus serviços como agência de rebocadores offshore. Depois resolveu ingressar no mundo Petrobrás operando algumas lanchas na área da ilha de maré. A Lumar nunca construiu nada, pois não conhece a atividade de construção naval e tampouco tem estaleiro. Nunca atuou em manutenção, pois não tem registro no CREA com Engenheiro Mecânico como responsável técnico. A Lumar ganhou alguns serviços de pequenos reparos em navios e atuou terceirizando com a empresa Leomar, esta sim, que atua na atividade de manutenção.
Atualmente a Lumar está atuando na manutenção dos ferries com terceirizados, buscando loucamente profissionais no mercado para contratar e colocar na Base Naval. Atuando, portanto, como empreiteira de serviços que desconhece.
Vamos aguardar como chegarão os demais ferries, principalmente o F/B Pinheiro, que tem motores MAN e com passo variável pelo sistema KAMEWA, que a Lumar nem sabe pra onde vai esse sistema e como ele funciona, principalmente sua regulagem.
A Lumar, vive sim, nas mãos dos profissionais que contrata, pois se sabatinarem o seu controlador, este nem sabe como funciona um sistema de arrefecimento, quanto mais um sistema de lubrificação de MCP, MCA e KAMEWA.
A mostra da qualidade dos serviços da Lumar é tão evidente, que o F/B Rio Paraguaçú foi docado e já tinha os seus propulsores reparados pela TWB. Veja que a Capitania dos Portos reprovou várias vezes essa embarcação que foi apresentada ao governo como reparada pela Lumar. Após aprovada pela Capitania e tendo entrado em operação, essa embarcação vem se arrastando cheia de problemas não identificados pela Lumar. Nem a experiência para fazer uma prova de mar e uma pré-vistoria essa empresa teve.
A minha indignação não está baseada em querer esse serviço, pois já tenho contratos na Petrobrás o suficiente para administrar, além de atuar em outros mercados fora da Bahia.
A minha indignação está baseada em ver um sistema estar entregue de forma desastrosa em mãos incompetentes, desde a Comab e agora a esses aventureiros. A minha indignação está baseada em ver o meu dinheiro e dos outros contribuintes estar sendo gasto dessa forma.
O F/B Rio Paraguaçu que tem dois motores Vilares de 800 HP cada, foi projetado para efetuar a travessia em 35 minutos e não em 45 minutos. Eu fui um dos primeiros Comandantes dessa embarcação e sei exatamente da potencialidade que tem.
Se quiser discutir tecnicamente podemos. Se quiser debater à luz da legalidade podemos e se quiser discutir à luz da gestão administrativa também podemos, mas venha com muito embasamento e informações verdadeiras, sem qualquer idiossincrasia infundada.
Sra. Fernanda,
Não concordo com a sua opinião sobre o leitor Fedegoso. Trata-se de um leitor, o Sr. Fedegoso, que pensa muito bem sobre os problemas da Agerba e desta intervenção do governo no ferryboat. Talvez a senhora não tenha conhecimento, mas o refeido leitor faz diversos outros comentários em em diversas matéria desse forum aqui e todas equilibradas e sempre muito inteligentes e respeitafas. Sra. Fernanda, ninguém está falando em quem está na conta da Lumar, da Internacional Marítima, da Petrobras Distribuidora, da dona do sistema de lanchonete do ferry boat, a ”Vento em Popa”, ninguém quer saber disso. A discussão é outra. Respeite os comentários dos outros, mesmo aqueles que a Sra. ache que contrariam ao seu pensamento.
Eu li todos os comentários, inclusive o do leitor Vital. Todos com boas ideias, mas discordo em alguns pontos do que o leitor Vital escreveu. O importante é a troca de opiniões.
Fedegoso, Parabéns. Por que quando o assunto é o sistema ferry boat só se fala em “privatizar”. Privatizar o que mesmo? E a concessão que o governo faz sempre é marota, vergonhosa. O governo de Paulo Souto disse que buscava economizar com a privatização do sistema, por que gastava R$ 20 milhões por ano. Deu um prejuízo sem tamanho para toda a Ilha de Itaparica, que ficou ainda mais pobre com um serviço desgraçado. A arrecadação de ICMS despencou. Que economia é éssa?
Mentira. Mentira do falecido Eraldo Tinoco, mentira desse Paulo Souto omisso, que hj se esconde para não falar da merda que fez. O afilhado dele, do Eraldo Tinoco, que trouxe a TWB para a Bahia, queria agora ser até secretário de ACM Neto. Entrou na EQUIPE DE TRANSIÇÃO…e quando descobriram o perfil, deram pra traz. Ninguém quer saber de foguete que dá xabu na mão.
O que esse pessoal quer isso: que o governo compre navios, que o governo reforme navios, que o povo pague tarifas exobitantes, que a concessionária ganhe muito dinheiro e sucateie tudo de novo. É o ciclo vicioso que começou com o Comab.
Acho que nós aqui estamos dando exemplos extraordinários para esse pessoal incompetente do governo sobre o ferry boat. Uma coisa simples de ser administrada, mas que o governo não quer. O governo não quer porque gosta de encher de dinheiro uns aproveitadores de plantão.
Ninguém é besta não!!! Ganham dinheiro em cima da miséria do sistema. A dona da Vento e Popa está milionária, inclusive. O dono da TWB continua explorando estacionamento em S. Joaquim, na cara da Agerba. Explora os terminais de Morro de São Paulo, Gamboa e Ponta do Curral.
Eu não sou trouxa não! Já chega dessa esculhambação. Deixam a coisa degringolar pra o governo gastar dinheiro do povo com alguns privilegiados. Tem que ser na porrada. Tem que escancarar essas falcatruas. Esse esquema um dia vai acabar aparecendo nacionalmente. Se a Polícia Federal correr atrás não fica um. Vai todo mundo pra cadeia.
Vcs estão corretos, o lamentável é que nenhuma das duas prefeituras se envolvem com o problema. Procurei há duas semanas atrás a Prefeitura de Vera Cruz e fui informado pelo secretário de Transportes de nome Jaques, que o prefeito Magno não podia se envolver porque o problema do ferry estava sendo resolvido pelo governo.
Ora, resolvendo? E a cidade de Vera Cruz, o município, não é parte interessada?
O problema é que o prefeito de Vera Cruz, o Magno do PT, quer se envolver mesmo é com outras coisas. Uma cidade que recebe mais de 10 mil pessoas por dia no Verão, transportadas pelas lanchas, não recebe bem a ninguém. Uma vergonha, uma pocilga Mar Grande. Só tem lixo, engarrafamento, bagunça, na cara do prefeito. Os turistas devem sair envergonhados.
O Sr. Magno só quer saber mesmo é de namorar, é de viajar toda semana pra o Rio, Santa Catarina etc. Ele pouco tá se importando com essa porcaria toda! Eu sou um humilde comerciante daqui e sofro na pele o prejuízo que continua nos dando o ferry, enormes prejuízos. E um bocando de comerciante também omisso, que não luta por seus direitos. Esse dono da Coroa Material de Construção mesmo, o maior empresário da Ilha, não se mete com nada pq tem interesse político, dá dinheiro a muitos políticos, a vereadores. Podia ajudar a deflagrar um movimento para reativar a Ilha de Itaparica, mas nada faz. Omisso total, um cara que só sabe vender, ganhar dinheiro e nada mais. Mente curta, mente pequena. Eu fico triste e revoltado com essa situação vergonhosa da Ilha de Itaparica.
Como o negócio é botar título, diploma pra fora (pra dizer que é o porreta), quero dizer que sou filho de uma “ronca e fuça”, diplomado na Faculdade das Letras Apagadas, tenho mestrado em “Butiquim” -mestrado feito em zona boêmia- , fumo, bebo, gosto de mulher (principalmente as dos outros), sou conhecido na minha rua como um “sem valia”, não entendo nada de transporte algum, muito menos do marítimo, isto há mais de 50 anos (não são 39 não), nunca fui na AGERBA (nem me deixam lá entrar), muito menos falei com qualquer diretor, mas sei que caminhão velho, assim como embarcação velha, só dá lucro na mão do dono. Sei também que escova de dentes, pente, bicicleta e mulher a gente não empresta. E se emprestar, nunca volta como foi. Ah! Sou baixinho e das pernas tortas. Não uso dentadura.
RAFAEL
procure outra pessoa para provocar pois isto não será o bastante para me fazer desistir de lutar pela qualidade dos serviços do sistema ferry boat. Pago caro, dependo daquele meio de transporte e não abro mão do respeito que me é devido como usuária e cidadã.
Quanto a “birra” citada pelo Sr., foi ATRAVÉS DAS SUAS DECLARAÇÕES que confirmei tratar-se DO VIZINHO ( coincidência ou coisa de Deus???? kkkk). Moramos no mesmo prédio há cerca de 15 anos e nunca me interessou saber a profissão dele, soube aqui recentemente.
Me parece que a LUMAR é velha conhecida de muita gente e não goza da “simpatia” de muitos. Porque vc esta tomando as dores? As minhas queixas até então eram sobre a falta de ferry após 4 meses de intervenção. Se isto é em consequência das más escolhas do governo, saiba que não brigo com os porcos………….VOU LOGO AO DONO DO CHIQUEIRO.
Esta claro e evidente que os seus interesses estão em risco. NÃO ACREDITO QUE SEU NOME SEJA RAFAEL, por certo é um daqueles que já passou pelo sistema e voltou agora com nova roupagem e o nome da LUMAR estampado. TENHO VISTO TANTA GENTE de um lado para o outro nos terminais negociando a “VOLTA”.
NÃO PERCA SEU TEMPO COMIGO. POIS, NÃO SERÁ APENAS AOS LEITORES DO JORNAL DA MIDIA que esta gente terá que dar explicações em breve, será ao MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, A POLÍCIA E AO POVO BAIANO.
PARA ME FAZER CALAR É FÁCIL, basta ofertar um serviço eficiente, respeitando os horários com tarifas justas. Tratar bem aos usuários, dar manutenção preventiva e corretiva aos terminais e embarcações, modernizar e trazer novos investimentos. ESTE CONJUNTO DE AÇÕES irá revitalizar o turismo na Ilha assim como a imagem da mesma e o desenvolvimento local.
QUEM HOJE MAMA, poderá mamar muito mais. Vá trabalhar com o vizinho ou com quem quer que seja, desde que esteja devidamente autorizado para isto, dentro das leis, sem desviar verbas e executando fielmente suas funções.
Prezado Sr. Vital dessa vez fui um pouco mais longe para investigar suas afirmações e inclusive mostrei sua mensagem a uma pessoa que trabalha diretamente com a empresa em questão.
A resposta que tive foi que o senhor conhece a Lumar de cinco de anos atras quando de fato ela prestava apenas esse serviço. So não entendo até agora o porque de não ser a sua empresa a responsável pelos reparos se, como o senhor mesmo falou, foi consultado e tem experiência na área?
Senhor, além de engenheiro também sou pos graduado em gestão e conheço bem esse mercado que estamos falando, sei muito bem como a concorrência atua. Essa afirmação que uma empresa não tem capacidade técnica para realizar tal seviço foi e semrpe será a primeira desculpa que se usa em todos os processos licitatórios e de disputas de contratos. Aposto que por diversar vezes sua empresa ouviu a mesma coisa. Gostaria de saber uma coisa, o senhor esteve presente na docagem dos ferrys? Desde o início esse foi meu ponto, todas as opiniões aqui sempre foram de pessoas que ou não conhece nada de área ou de que ouviram falar, eu por um acaso vi de perto o serviço. So por esse motivo que coloquei aqui minha opinião a respeito.
Senhora Lenise, no seu caso eu se quer vou me dar muito ao trabalho de responder pois a senhora baixou ao seu nível a discussao. So posso te falar uma coisa, graças a Deus e ao meu trabalho tenho contratos para mais de dez anos firmados e nenhum deles tem a Lumar como sócia ou terceirizada portanto não me meça com sua regua. Estamos falando de negócios para profissinonais e com grandes somas envolvidas, faça como o senhor Vital, embora discordando vem mantendo a discussão de nível.