LUÍS AUGUSTO GOMES
O deputado Marcelino Galo (PT) apresentou no plenário da Assembleia dados da ONG Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA Bahia), desmentindo declarações do peemedebista Luciano Simões, que apontou irregularidades em convênios firmados com a Secretaria de Desenvolvimento Social.
Simões disse que os “cofres das entidades foram irrigados” e que se tratava de um “mensalinho” na Bahia. Segundo a ASA, todos os convênios celebrados com a Sedes estão dentro da legalidade.
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“A ASA me encaminhou documento dizendo que as entidades assinaram convênios em decorrência de chamadas públicas instituídas legalmente, supervisionadas pela Procuradoria Geral do Estado, dentro dos parâmetros legais, com história de boa aplicação de recursos públicos, comprovadas pela CGU e TCU”, disse Galo.
A coordenação da ONG, em nota pública, acusou Simões de “tratamento preconceituoso” e o convidou a visitar locais e comunidades onde atua, destacando o significado do trabalho “numa sociedade democrática e plural”.
MP garante apuração de “inconsistência” – O procurador-geral de Justiça, Wellington César Lima e Silva, prometeu “atenção total” à representação feita ao Ministério Público pela bancada da oposição na Assembleia Legislativa com relação aos convênios com entidades sociais.
“Se nós revelarmos inconsistência no objeto, ou no tipo de benefício, em qualquer aspecto formal ou material, não tenham dúvida, tudo será apurado”, declarou o procurador. (Por Escrito)































