CLÁUDIO HUMBERTO
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, tentou nesta segunda-feira (29) minimizar a hostilidade que o revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, sofreu ao votar no último domingo (28).
“Conversei com o ministro ontem e hoje, e não está havendo predisposição coletiva para hostilizá-lo, o que é certo que não haja”, disse Britto. “Se a cada voto formos interpelados e insultados, não teremos mais condições psicológicas para trabalhar em paz”, completou.
Segundo Ayres Britto, os insultos ao colega partiram apenas de duas pessoas: uma eleitora e um mesário. “Não é verdade que o ministro passou por hostilidade coletiva. Se fosse algo mais encorpado, seria preocupante”, afirmou ao lembrar que insultar autoridades é crime: “[Lewandowski] foi votar como cidadão, com espírito desarmado”, disse ao explicar o porquê os eleitores não foram presos. (Coluna de Cláudio Humberto)

































