CLÁUDIO HUMBERTO
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O Palácio do Planalto ainda não confirmou a presença da presidenta Dilma na posse do futuro presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, marcada para 22 de novembro. A tradição é que os presidentes da República compareçam à posse dos chefes do Poder Judiciário. Dilma esteve nas posses de Carlos Ayres no STF, de Cármen Lúcia no TSE e de Felix Fischer, na presidência do STJ.
Aposta – No STF, a aposta é que Dilma vai à posse de Joaquim Barbosa, relator que condenou de figurões do PT envolvidos no caso do mensalão.
Precedente – A presidenta Dilma não compareceu este ano à cerimônia de abertura do Ano Judiciário, como se esperava.
Desagravo – Dirigentes petistas afirmam, em off, que torcem para que Dilma não vá à posse de Joaquim Barbosa, “como sinal de desagravo ao partido”.
Ele foi – O ex-presidente Lula esteve no STF nas posses dos ministros Gilmar Mendes, Cezar Peluso e Ellen Gracie na presidência do Supremo. (Coluna de Cláudio Humberto)

































Desagravo? Qual? Afinal, foi Lula quem indicou o Joaquim. Não fosse o Lula o STF não teria a liberdade que tem hoje. O Joaquim é uma conquista da democracia praticada e permitida pelos últimos governos. O “mensalão” também, até o do Azeredo (MG) e do Arruda (DF) (que ainda deverão ser julgados e que antecedem o atual)), tudo mercê da democracia que hoje o Brasil goza. A imprensa é maldosa ao dizer que o PT diz de “desagravo”. Quem é o PT? O PT não tem voz. Quem do PT?