
Em nota à imprensa, o PSOL justificou a sua posição.
Sobre a candidatura de Nelson Pelegrino:
“É um projeto de submissão aos poderosos. Históricos quadros do carlismo estão na base de apoio dos governos do PT nas esferas estadual e nacional. Nelson Pelegrino apoiou o governador Wagner inclusive na repressão à greve da educação e da PM, ambas realizadas este ano. Nos 12 dias de greve da PM e nos 115 dias de greve dos professores o PT não quis dialogar com os servidores que lutavam por melhores salários e condições de trabalho, mas agora dizem ser democráticos e querem conversar com o PSOL pra pedir apoio eleitoral. Não conversamos com quem massacra nosso povo”
Sobre a candidatura de ACM Neto:
“É a candidatura orgânica da burguesia baiana e dos poderosos. Representa o que há de mais retrogrado na política baiana. Os anos de dominação carlista na Bahia e em Salvador foram marcados por autoritarismo, violência contra o povo, exemplo o 16 de maio, corrupção, privatização da cidade, privilégios para os mais ricos e subordinação do poder público aos seus próprios interesses políticos e econômicos”

































Ora, se a candidatura de Peregrino para o PSOL “É um projeto de submissão aos poderosos.” e a de Neto “É a candidatura orgânica da burguesia baiana e dos poderosos.”, como diz esta matéria, chego à conclusão de que, independente do resultado no segundo turno, a classe trabalhadora continuará sendo massacrada pelos poderosos.