Em nova investida contra o alto custo dos empréstimos e serviços prestados por instituições financeiras para os consumidores no Brasil, o governo federal deu nesta segunda-feira mais um passo para monitorar com lupa as tarifas bancárias e detalhar esses custos.
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e o Banco Central anunciaram a criação de um grupo com técnicos dos dois órgãos para diagnosticar irregularidades na cobranças dessas taxas e coibir excessos.
O Ministério da Justiça considera que, hoje, o formato que as tarifas são apresentadas ao consumidor no site do BC — taxas mínimas e máximas — impede a comparação com as tarifas de outras instituições e faz com que os brasileiros não saibam ao certo o que pagam. (O Globo)

































Até que enfim ,tomara que não seja medida para inglês ver, fui bancário por 29 anos e sei como funciona a maracutaia da taxa de retorno, aqui em Mogi Guaçu, nós servidores públicos temos contas salário na CEF (Caixa Econômica Federal) e se solicitamos um empréstimo, só o fazem através dessas financeiras que funcionam em pontos comerciais diminutos, se podem pagar comissão para estas financeiras , não sei de quem, precisa-se investigar, as taxas poderiam ser reduzidas se concedessem o empréstimo na própria CEF, eu como correntista tenho o direito de optar por onde quero tirar o empréstimo, e não tê-lo enfiado goela abaixo pela CEF nua financeira terceirizada, com a palavra o Banco Central do Brasil e Conselho Monetário Nacional