CLÁUDIO HUMBERTO
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Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Lula, foi para a Itália cuidar de sua transferência, segundo informações que chegaram a ministros do Supremo Tribunal Federal. Ele tem dupla nacionalidade e pode se radicar na Itália sem dificuldades, como o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, para fugir da Justiça. Pizzolato sumiu em julho, antes do julgamento do mensalão, e nunca mais foi visto.
‘Na Europa’ – O advogado de Pizzolato, Marthius Sávio Lobato, garantiu que ele está “na Europa”, sem especificar o País, e que voltará ao País em breve.
Condenado – Em decisão unânime, o STF condenou Pizzolato corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Pode pegar no mínimo 12 anos de prisão.
Efeito Battisti – Criminosos de dupla nacionalidade vão para a Itália confiando que não serão extraditados, após o Brasil acolher o terrorista Cesare Battisti.
Monitoramento – O sumiço de Pizzolato reforçou a necessidade, no STF, de “monitorar” os demais réus, a fim de evitar eventuais fugas. (Coluna de Cláudio Humberto)
































