CLÁUDIO HUMBERTO
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Durante intervalo na sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal, um dos seus mais importantes ministros não precisou recorrer a expressões tão líricas quanto firmes, que usa em suas intervenções, para definir o papel do colega Ricardo Lewandowski, ministro revisor que tentou absolver acusados do mensalão. “Ele cometeu um harakiri biográfico”, disse a um colega, com seu acentuado sotaque regional. Chamam de harakiri um ritual de suicídio de samurais japoneses.
Abnegação – O revisor Lewandowski segurou o processo por mais de 170 dias, um recorde, e tentou convencer o presidente do STF a adiar o julgamento.
Exorbitou – A função de revisor, meramente técnica, era quase desconhecida, mas Lewandowski tentou torná-la mais importante que a de relator.
Esticando o tempo – Nos primeiros momentos do julgamento, Lewandowski ocupou mais tempo, com seus demorados votos, que o relator Joaquim Barbosa.
Tocando de ouvido – Lewandowski deixou o STF chocado ao sacar um longo voto por escrito após Márcio Thomaz Bastos “improvisar” uma questão de ordem. (Coluna de Cláudio Humberto)

































Realmente, sua excelência o ministro Lewandoviski perdeu a maior oportunidade de que poderia mostrar o seu lado de imparcialidade, procedendo julgamento de forma correta, pois os atos e fatos do processo demonstram a outra face, inversa a do entender, entre aspas, de tal jurista. O mesmo cometeu uma falha lamentável: agiu como defensor e não julgador.
Definitivamente o Ministro em questão, é uma piada dentro do Supremo, é fato que os ministros são indicação do Presidente da República, porém não me lembro de um como este , desprovido de qualquer bom senso em separar sua indicação e ser imparcial no julgamento do mensalão, deixou claro que vota pela cartilha do ex-presidente Lula, que o Ministro Joaquim Barbosa e Marco Aurélio de Mello, não são flores de se cheirar, todos que acompanham o Supremo já sabe, mas é fato que são únicos e defendem suas posições com determinação e sem medo, como os demais também, toda via Lewandowski nas devidas proporções, veio para jogar o Supremo na LAMA, ela deveria ter ao menos a dignidade de ter se afastado por conta de sua imparcialidade, assim como o Ministro Dias Tofolli (graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Prestou concurso para juiz substituto do Estado de São Paulo duas vezes, em 1994 e 1995, mas não foi aprovado em nenhuma delas).
Nesse momento fica evidente o NEPOTISMO (Presidência da República) ao indicar Ministros que não tiveram carreira no Judiciário, mas sim política, veja bem não posso nivelar todos Ministros, porém alguns indicados políticos, se mostram incapazes para um cargo de tal envergadura, e mais ainda um Ministro que aplica a Lei da Ficha Limpa, e se mostra incongruente no julgamento do mensalão, realmente tenho que concordar ele cometeu um ‘harakiri biográfico’, poderia ter ficado sem essa.
Só resta-me desejar sorte a nós brasileiros, pois se a Presidenta resolver indicar mais dois Ministros iguais a ele, é melhor fechar as portas do Supremo e apagar as luzes, de acordo com o regimento do mesmo, 4 votos a favor do réu abre a oportunidade de recorrer junto ao próprio Supremo, já imaginou se a moda pega???
ta mal, Dias Tofoli, o governo manda até no supreme, heheh