CLÁUDIO HUMBERTO
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Após manobras protelatórias inéditas na história do Supremo Tribunal Federal, para adiar sessões ou prolongá-las, a fim de inviabilizar o voto do ministro Cezar Peluso antes de sua aposentadoria, os mensaleiros e seus advogados preparam agora estratégia ainda mais ousada: tentar arrastar o julgamento do mensalão até 18 de novembro, quando se aposenta o presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto. Ministros experientes duvidam que o consigam, mas não duvidam que tentarão.
Joaquim presidente – Se o julgamento se arrastar até 18 de novembro, o ministro Joaquim Barbosa se afastaria da relatoria para assumir a presidência do STF.
Aliado – A defesa dos mensaleiros conta com o ministro Ricardo Lewandowski, que até pediu a Ayres Britto o adiamento do julgamento para 2013.
São ‘malas’ – Na hipótese de adiamento para 2013, o processo do mensalão poderia ser desmembrado e a punição dos réus ficar inviabiliozada.
Mandou bem – Após o voto condenando mensaleiros, a ministra Carmen Lúcia (STF) ganhou na internet ainda mais tietes, que a querem presidindo o Brasil. (Coluna de Cláudio Humberto)






























