Em entrevista concedida ao jornal americano The New York Times, publicada neste sábado, 25, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a existência do mensalão e afirmou que a presidente Dilma Rousseff é a sua candidata.
O texto conta que mais de 30 políticos, incluindo um dos principais assessores de Lula, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, participam de um dos principais escândalos do país, o mensalão. O NYT fala que as revelações do esquema aconteceram em 2005, mas só neste ano está sendo julgado por reflexo da lentidão da justiça brasileira.
Lula afirmou à reportagem não acreditar que houve o mensalão, mas respeitará a decisão da Justiça no caso: “Se houver algum culpado, este deve ser punido e se alguém for inocente, este deve ser absolvido”. O ex-presidente também negou ao jornal que seu encontro com o ministro Gilmar Mendes em maio foi para adiar o julgamento do escândalo.
Sobre uma possível nova candidatura, Lula negou os rumores que poderia concorrer à presidência em 2014: “Dilma é minha candidata e, se Deus quiser, ela será reeleita”.
Lula declarou que não é uma tarefa fácil saber qual o papel de um ex-presidente, mas quando questionado se estaria diminuindo o seu ritmo de vida, ele enfatizou ao NYT que não, respondendo “política é a minha paixão”. (Estadão)

































É o “careta” dos sinaiszinhos, só vive apontando aqueles dedinhos contra a própria cabeça. O mulambo arremêdo de reizinho espúrio. Chefeta do Mensalão. “Re”i do Crack; alastrador de flagelados, ****** e mentiroso, vagabundo imprestável e usurpador. Destruidor da Educação e da Cidadania no Brasil. Feitor de “firmas de segurança” e assecla da máfia de pastutos evangélicos. Chefeta do “barobozinha”, o capataz-traíra que está aprontando a lambança na Justiça, com olho no “prêmio” de “herói da sujeira”.
Se a Justiça não pegar esse canalha, não haverá chance de o cidadão brasileiro confiar uns nos outros, nem em bancos, nem em nenhum serviço público. Estaremos pregado numa senzala-mista, como escravos ou galinhas num galinheiro, com cachorrinhos-bibelôs nos distraindo, os bolsos vazios, e com fumos e drogas e prostituição vazando pelas cidades como se fossem lixões.