
O Serviço de Inteligência da Polícia Civil da Bahia constatou que o criminoso deixaria São Paulo, transferindo-se para Niterói e, com o apoio de policiais federais, ele foi preso na manhã de quarta-feira (11), quando desembarcava de um ônibus no Rio. A guarnição da Polícia Federal tinha em mãos uma fotografia de Ornilo e a cópia do mandado judicial de prisão, fornecidas pela 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Eunápolis).
Segundo o coordenador regional, delegado Evy Paternostro, Ornilo tinha uma mandado de prisão provisória, expedido pelo juiz André Marcelo Strogenki, da Vara Crime de Porto Seguro. Interrogado, logo depois do desembarque, pela presidente do inquérito, delegada Viviane Scofield Amaral, titular da Deam/Porto Seguro, Ornilo confessou o crime com detalhes, indicando inclusive o local onde ocultara o corpo. Em diligência conjunta com o Departamento de Polícia Técnica, os restos mortais de Giuleide – morta por se recusar a reatar o relacionamento amoroso e estar com outro namorado – foram encontrados no lugar apontado pelo autor.
“Encontramos junto com o corpo, numa área de mata, vestígios das roupas da vítima e fragmentos do cinto usado no estrangulamento”, afirmou o coordenador da 23ª Coorpin. A delegada Viviane Scofield solicitou ao DPT exames cadavéricos, de DNA e odonto-médico legal. O casal tem uma filha portadora de paralisia cerebral.































