
JORNAL DA MÍDIA
Salvador – Apesar da pressão do governo do Estado e da decretação da ilegalidade da greve pelo Tribunal de Justiça, os professores da rede estadual de ensino decidiram manter a paralisação, que completou hoje 91 dias. A decisão foi tomada em Assembleia Geral, realizada em frente ao prédio da Secretaria de Educação, no Centro Administrativo.
Pelo menos até a próxima sexta-feira, 13, a categoria vai continuar parada. O governo, por outro lado, não acena com a possibilidade de negociar e mantém a proposta de reajuste de 22%, que seria pago em três parcelas. Os professores querem o aumento de 22% logo. Mais de 1 milhão de alunos estão sem aulas na Bahia.
Neste momento, os professores realizam um twitaço na rede social para protestar contra o governador Jaques Wagner, acesso através da hashtag #NegociaWagner.
Hoje à tarde representantes do Ministério Público se reúnem com os professores às 14 horas. Apesar de manter a greve, a vice-coordenadora da APLB, Marilene Betros, comemorou a intervenção do MP nas negociações. O MP decidiu intermediar a negociação entre o governo e professores após os docentes pedirem no último dia 5 a intervenção do órgão. No dia seguinte, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) considerou a greve ilegal e determinou a suspensão imediata do movimento, o que não aconteceu.
































Na Bahia o NAzismo se instalou. E dizíamos que Hitler estava morto em!!!!!
já passou dos limites nos alunos tambem temos nossos direitos,e a secretaria de educação não está nem um pouco preocupado.mas sabe porque razão,os filhos deles estão em melhores colegios por nossa causa,se nao estivessemos em colegios publico eles nao estariam estudando em colegios particulares,pretendo no futuro ser uma advogada mas como sem estudo por falta de professores em sala de aulas…QUEREMOS AULAS!!!!
isso é um absurdo ja quem dizem que o país esta desenvolvido é nessa hora que vemos
Onde estão os “professores” ? Se a maioria dos alunos dizem
que eles vão para sala de aula somente para passar trabalho e contar a suas vidas.
Porque os primeiros Educadores formaram profissionais e hoje não?
É como relatou o coordenadou do Estado Marcos Pinho:
HOJE O PROFESSOR FINGE QUE DA AULA.
O ALUNO FINGE QUE APRENDE.