Salvador – A direção dos colégios Grandes Mestres e Mendel negou a participação de professores de seus quadros nos aulões organizados por Jorge Portugal e custeados pelo Governo da Bahia. Os colégios garantem que o compromisso é apenas com os alunos matriculados. Portugal havia declarado que só contratou professores de ”ponta e acostumados a ganhar bem” para dar aulas suplementares aos alunos do 3º ano, citando os colégios Anchieta, Grandes Mestres e Mendel.
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Em entrevista ao Metro1, o professor Paulo Bahiense, que integra o corpo docente do Grandes Mestres e Mendel, garantiu que seus colegas não participam do projeto de Portugal: “Nós estamos vendo que o professor Jorge [Portugal] está em meio a um problema e ele, indevidamente, citou os nomes dos dois cursos Grandes Mestres e Gregor Mendel como se estivéssemos fazendo parte deste projeto. Se for algum professor, é algum monitor; professor da equipe, não”, declarou.
Bahiense esclareceu que embora os professores de escolas particulares ganhem mais que seus colegas do serviço público, a remuneração não chega perto dos R$ 250 por hora/aula que Portugal anunciou que cada docente dos aulões vão receber: “Olha, não resta dúvida que o professor de escola particular ganha mais do que o de escola pública, mas daí a ele exorbitar nesses valores é uma outra história. Ele está dando a justificativa para o dinheiro que ele está recebendo”.
































Não acredito que a entidade não tenha apresentado os contratos e os currículos dos professores “de ponta” para a dispensa de licitação. Claro que apresentou. Ou não?
com a palavra o Sr.Jorge Portugal. Professor de ‘ponta’ é o mesmo que bumba-meu-boi? com chifrinho?
Sim, e depois desse rebuliço, quem é o maluco que vai confirmar a história?