
“Aí se está ganhando tempo de vida para as pessoas porque no transporte se perde um tempo para estar com sua família, jogando futebol, descansando depois do trabalho. Ela [a Via Expressa] viabiliza um transporte de carga rápida, e isso significa melhoria da competitividade, melhor emprego; significa ganhos para toda a população daqui de Salvador”, disse a presidenta. Ela agradeceu a oportunidade de inaugurar a obra no Dia de Todos os Santos e voltar a Salvador a apenas 15 dias da última visita, quando assinou ordem de serviço para a construção de novo trecho do metrô.
Com a obra, o trajeto entre a BR-324 e o Porto de Salvador foi reduzido em 3,2 quilômetros. São dez faixas de tráfego – seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga -, três túneis, 14 elevados, duas passarelas, além de ciclovia, pista de rolamento e passeios. Foram investidos, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, R$ 449,5 milhões, sendo R$ 407,7 milhões do Orçamento Geral da União e R$ 41,8 milhões do governo estadual.
Na chegada a Salvador, Dilma concedeu entrevista a rádios locais e disse que o país paga hoje o preço de não ter investido em transporte público nos últimos 30 anos, como fizeram todas as cidades de países desenvolvidos com mais de 1 milhão de habitantes, que planejaram a combinação entre transporte sobre trilho, metrô, monotrilho. Segundo a presidenta, o transporte privado deve ser usado para momentos de lazer, enquanto o transporte público, para trabalho, estudos. Porém, “tem que ser transporte de massa e seguro a preços módicos”, ressaltou, lembrando que o governo reservou R$ 90 bilhões para investimentos em metrô em grandes cidades do país.





























