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Aldemir Bendine foi nomeado presidente da Petrobras por Dilma Rousseff Foto: Cristina Indio do Brasil/ABr
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CLÁUDIO HUMBERTO
Alvo da Polícia Federal nesta terça-feira, Aldemir Bendine debutou nos folhetins policiais no célebre escândalo petista desbaratado pela Lava Jato, época em que presidiu a Petrobras, nomeado por Dilma Rousseff. Hoje como chefão do banco Digimais, Bendine figura na lista do Tribunal de Contas da União (TCU) de inabilitados para o exercício de cargos em comissão ou função de confiança. O rolo foi “transitado em julgado” em junho de 2021 e o veto, segundo consta no TCU, segue até 12/06/2027.
Contas irregulares
O TCU ainda registra o julgamento das contas de Bendine como irregulares, com trânsito em julgado em 5 de outubro de 2022.
Ex-Lava-Jato
Em julho de 2017, Bendine até viu o sol nascer quadrado ao ser preso na 42ª fase da Lava Jato, acusado de receber propina da Odebrecht.
Outro descondenado
O atual chefe do Digimais foi condenado por Sérgio Moro, em 2018. Bendine sempre negou tudo. Em 2019, o STF anulou a condenação.
Lula foi escada
Bendine foi escriturário do Banco do Brasil e viu a vida melhorar com Lula no Planalto, quando foi alçado ao comando da instituição (2009).
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