Palácio da Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro. Foto: Wikimedia/Reprodução/Diário do Poder
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CLÁUDIO HUMBERTO
Ao votar contra a eleição direta – com votos da população – para o mandato tampão de governador do Rio de Janeiro, que vai apenas até dezembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux revelou que os custos seriam de R$100 milhões. Mas o valor deve ser ainda maior. Em 2022, pagadores de impostos bancaram R$1,33 bilhão para votar em presidente, governador, senador e deputados, sem considerar o custo de novas urnas. Eleitores fluminenses respondem por 8,1% desse total.
Esperar é preciso
Procurado, o Tribunal Superior Eleitoral diz não ter estimativa de custos: “É necessário aguardar o resultado do julgamento do caso pelo STF”.
Tem mais
Além do julgamento no STF, o TSE diz que para saber custos é preciso resolução do TRE do Rio que vai regulamentar a eventual eleição direta.
Vai ser maior
Mantido o custo por eleitor de 2022, que deve crescer, só o aumento do eleitorado representaria R$1,5 milhão a mais em despesas este ano.
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