O presidente do INSS, Gilberto Waller | Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
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CLÁUDIO HUMBERTO
O ministro Wolney Queiroz (Previdência) decidiu demitir o presidente do INSS ao perceber a falta de melhorias operacionais efetivas e uma certa “escalada” na questão filas, e de oferecer respostas a milhões de demandas de todos os tipos, incluindo pedidos de aposentadoria. Ele avaliou que era momento de assumir a presidência do INSS alguém de carreira, experiente. Por isso sugeriu a Lula a nomeação de Ana Cristina Viana Silveira, sua secretária-executiva adjunta, para presidir o INSS.
Só pensa naquilo
Waller Jr, o ex-titular, pertence aos quadros da Controladoria Geral da União (CGU) e não tinha o viés operacional que o ministro impunha.
Cumpriu o papel
Queiroz não fala sobre o assunto, mas acha que Gilberto Waller Jr cumpriu o papel relevante na crise do roubo bilionário aos aposentados.
Burocracia anda
Entre amigos, o ministro registra que, apesar de tudo, o INSS bateu recorde na resposta a 1,6 milhão de requerimentos de todos os tipos.
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