Marcos Pereira, presidente do Republicanos (Foto: Reprodução Youtube)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Foram dois os assuntos que renderam após reunião de Flávio Bolsonaro e caciques do PL e União Progressista, segunda (8). As propostas do senador para acalmar a direita, claro, e o que incendiou a pauta de líderes da Câmara e Senado: a ausência do presidente do Republicanos, Marcos Pereira. A desculpa de “compromisso agendado” não foi digerida e foi até lembrada como a mesma usada por Hugo Motta para se ausentar do factoide de Lula sobre a isenção do Imposto de Renda.
Lá e cá
Pereira saiu visto como quem quer manter um pé em cada canoa. O partido tem lulistas e ocupa o Ministério de Portos e Aeroportos.
Silêncio orientado
Mesmo o silêncio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep), que tem boa relação com o clã Bolsonaro, caiu na conta de Pereira.
Brigar é ruim
Marcos Pereira é parlamentar por São Paulo, Estado que mais elegeu deputados do PL de Flávio Bolsonaro em 2022: foram 17.
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