Lula (PT) com o senador Davi Alcolumbre – Foto: redes sociais/Reprodução Via Diário do Poder.
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CLÁUDIO HUMBERTO
Quando o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), cancelou as reuniões de líderes antes de votar o texto antifacção, Palácio do Planalto já sabia que a batalha estava perdida com os deputados. Foi aí que Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) nem mesmo deu as caras na prometida reunião com o relator Guilherme Derrite (PP-SP). Na avaliação governista, o texto será “resolvido” no Senado por ordem de Lula (PT), ou seja, Davi Alcolumbre (União-AP), adorador de cargos “dará um jeito”.
Veja bem
O texto tem pouca chance de ser votado no Senado antes do despacho de Lula com Alcolumbre, que deve levar Rodrigo Pacheco a tiracolo.
Supremo em pauta
É que Alcolumbre pressiona pela nomeação de Pacheco para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. Hora perfeita para cobrar a fatura.
Água no chopp
Ficou por conta de Efraim Filho (União-PB) provocar dor de cabeça em Lula: o senador quer retomar a equiparação de facções a terroristas.
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