Mariana (MG) após rompimento de barragem. Foto – Ag. Brasil.
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CLÁUDIO HUMBERTO
O caso envolvendo as vítimas do rompimento da barragem de Mariana (MG) ganha novos contornos à medida que a justiça inglesa prepara seu veredito, ainda este mês. O afastamento de Tom Goodhead do escritório de advocacia Pogust Goodhead, que cuida dessa ação de Mariana no Reino Unido, deixou de sobreaviso as vítimas e prefeituras que aderiram ao processo, abrindo mão do Programa de Indenização Definitiva no Brasil, que lhes garantiria a maior indenização da História.
Perdeu, mané
Pesou também a recente rejeição, por um tribunal holandês, de todas as alegações de uma ação coletiva também conduzida pelo PG.
Ops, deu chabu
Os autores buscavam indenização por supostos danos à saúde pelas indústrias Hydro e Norsk Hydro ASA. no município de Barcarena.
Corrida de volta
No Brasil, prefeituras correm para renegociar acordos dentro do PID, com medo de não receberem nada ou bem menos do que pensavam.
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