Deputado Alfredo Gaspar (União-AL) (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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CLÁUDIO HUMBERTO
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), criticou a demora da Controladoria Geral da União (CGU) para investigar as fraudes contra aposentados no INSS. Em 2019, descontos não autorizados somavam R$604,6 milhões, mas a CGU só agiu em 2024, quando o governo Lula (PT) já tirava R$2,6 bilhões dos velhinhos, sem autorização, para repassar a entidades controladas por sindicalistas ou “empresários” ligados a partidos como PT e PDT.
Olhos semicerrados
Após depoimento de auditora da CGU, Alfredo Gaspar se manifestou indignado com a pasmaceira do órgão para investigar o esquema.
Efeito retardado
Eliane Viegas Mota, que depôs esta semana, admitiu que a CGU sabia da roubalheira desde 2019, mas admite só ter agido cinco anos depois.
Tanto para tão pouco
Gaspar lamentou o dinheiro público gasto: “Passamos mais de duas décadas pagando a CGU para fiscalizar o INSS”. Para isso?
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