Sede dos Correios em Brasília. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado).
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
CLÁUDIO HUMBERTO
Enquanto Lula (PT) não quer nem ouvir falar em cortar gastos, uma das “soluções” encontradas pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) para reforçar os caixas do governo gastador, taxando compras internacionais de pequeno valor, parece dar razão ao presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, que acusa a medida como a responsável pelo rombo bilionário da estatal desde a invenção de Taxadd. A arrecadação com compras internacionais bateu R$2,8 bilhões, valor do rombo na estatal.
Efeito imediato
A taxa, negada pelo governo e até pela primeira-dama Janja, foi imposta em agosto de 2024, ano que os Correios fecharam no vermelho.
Pedalada petista
Os Correios navegaram no azul na gestão Bolsonaro. Manobra petista empurrou gastos de 2024 para 2023. Daí para frente tudo desandou.
Falência no monopólio
Fabiano diz que a taxação de Haddad tem culpa pela situação crítica da estatal. Documento interno dos Correios falava até em “insolvência”.
COLUNA CLÁUDIO HUMBERTO. CLIQUE AQUI E LEIA MAIS.
Leia também:





































