O prefeito Ricardo Nunes e o secretário Orlando Morando inauguram o “prisômetro” do SmartSampa. Foto: Divulgação/Prefeitura de SP
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A deputada estadual Carla Morando (MDB) ingressou com representação junto à corregedoria da Defensoria Pública de São Paulo para investigar a atitude das defensoras públicas Fernanda Penteado Balera, Gabriela Galetti Pimenta e Surraily Fernandes Youssef, que pressionaram o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), a desligar câmeras do SmartSampa, programa de reconhecimento facial que já localizou e prendeu em flagrante, nas ruas da capital paulistana, 1.906 criminosos.
Sonho de segurança
O programa de reconhecimento facial também identificou e capturou 120 foragidos condenados, além de encontrar 41 pessoas desaparecidas.
Qual o interesse?
Deixou intrigadas as autoridades o que estaria por trás da iniciativa das defensoras, e poucos acreditam que tem a ver com interesse público.
Afastamento liminar
A solicitação de abertura de procedimento investigativo pela corregedoria inclui afastamento liminar das três autoras de ofício enviado à prefeitura.
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