Deputado federal Hugo Motta. (Foto: Agência Câmara).
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CLÁUDIO HUMBERTO
As costuras para sucessão de Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara seguem à risca fórmula assumida pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) de “fazer o diabo” na hora da eleição. O partido de Lira é do mesmo bloco do União Brasil, sigla do candidato Elmar Nascimento (BA), que, ex-amigo de Lira, foi rifado após o presidente da Câmara declarar apoio ao deputado paraibano Hugo Motta (Republicanos), partido de centro que faz parte de outro bloco parlamentar.
Tô fora
PSDB, Cidadania, PDT e PSB também são do bloco de 161 deputados que Elmar lidera na Câmara, mas todos pularam para o lado de Motta.
Na disputa
O PSD é do mesmo bloco do partido de Motta, mas ainda não o apoiou porque o líder Antônio Brito (BA) mantém a candidatura, sem chances.
Adversário em comum
Brito e Elmar, de blocos diferentes, até firmaram acordo de apoio recíproco para enfrentar o favoritismo de Motta. Fracassaram.
Traição em casa
Mesmo o União Brasil já coloca um pé na canoa de Motta. No PSD, com aval de Gilberto Kassab, dono do partido, Brito quer se manter no pleito.
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