Homem estava caído em frente a um acesso ao terminal (Foto: Redes Sociais/ Reprodução)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Esteve sob decreto de “Garantia da Lei e da Ordem (GLO)” de Lula (PT) o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, onde na sexta (8) testemunha contra a quadrilha “PCC” foi executada a tiros. O assassinato, que fez lembrar os tempos da Chicago de Al Capone, foi cometido por homens encapuzados em plena luz do dia e intenso movimento no desembarque de passageiros, e diante de câmeras de segurança. Serviu para mostrar que a GLO não deixou qualquer legado útil à segurança daquela área.
Inutilidade
Assinado em 1º de novembro de 2023, a GLO de Lula duraria seis meses, mas ganhou prorrogação e acabou sem entregas em 5 de junho.
Provocação
A GLO permite ao presidente colocar o Exército na segurança pública. No caso de Guarulhos, foi só uma provocação ao governo São Paulo.
GLO seletiva
Lula se recusou a decretar GLO e colocar as Forças Armadas para defender as sedes de governo, durante o badernaço de 8 de janeiro.
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