Prefeito de BH, Fuad Noman foi preterido pelo PT no primeiro turno – Foto: Claudio Rabelo/Câmara Municipal
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CLÁUDIO HUMBERTO
A desastrada estratégia do PT em Minas Gerais, que decidiu lançar candidato próprio para disputar a prefeitura de Belo Horizonte, custará caro ao partido caso o PSD de Fuad Noman, atual prefeito, avance para o segundo turno. O PT mineiro já aceita que a chance de Rogério Correia avançar para o segundo turno é a mesma que ver chuva no deserto. Para ter algum espaço na prefeitura caso Noman se reeleja, o PSD quer mais do que um aceno de Lula, quer o petista presente na campanha.
Decisão de fora
O PT mineiro não tinha pretensão de ter candidato em BH e costurava aliança com Noman. Gleisi Hoffmann se meteu e lançou Rogério Correia.
O cenário mudou
Rejeitado em capitais e para evitar brigas, Lula ficou fora das campanhas municipais, mas vai aparecer em algumas praças no segundo turno.
Na função
Os “lobistas” que azeitam a possível aliança PT-PSD são o senador Rodrigo Pacheco e o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia).
Começou a feder
O PV, por exemplo, federado com o PT, já pulou do barco. Viu que Correia não decola e prega voto útil. Pede voto para Noman.
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