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A CAPES é subordinada ao Ministério da Educação (MEC), chefiado pelo petista Camilo Santana (Foto: Divulgação/Reprodução/DP)
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CLÁUDIO HUMBERTO
A viagem de duas servidoras da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autorizadas a passar oito dias em Paris (França), sob justificativa de participar de curso de “liderança” e “gestão”, levantou suspeição na Câmara: o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) para passar pente-fino no ‘tour’ europeu. Ele questiona a moralidade e a legalidade dos gastos do governo Lula enquanto o País é devastado por incêndios.
Um escárnio
“Servidores da Capes curtindo viagens luxuosas em meio a uma crise econômica sem precedentes. É um escárnio para a República!”, diz Evair
Obscuro
A fatura ainda não entrou na Transparência, mas a viagem, que iniciou em 28 de setembro e ainda está rolando, vai até domingo (6).
Capes explica
A Capes disse que o curso está vinculado às atividades das servidoras e que a qualificação no exterior segue normas exigidas pelo governo.































