Paulo Abi-Ackel (E), Aécio Neves (C) e Fuad Noman (D) (Foto: rep/instagram/aecionevesoficial)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Longe dos holofotes desde o escândalo de corrupção na Lava Jato, o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) tenta voltar ao poder apoiando quase secretamente a reeleição do prefeito de Belo Horizonte Fuad Noman (PSD). Amigos do tucano brincam: “ele sofre de crise de abstinência do poder”, vendo em Fuad a esperança de retomar o protagonismo. Aécio precisa combinar os “russos”: Fuad está em 3º nas pesquisas, tem menos da metade do líder, Mauro Tramonte (Republicanos).
Ciscando pra dentro
Além da própria força eleitoral, Tramonte ganhou apoio de lideranças como Alexandre Kalil, ex-prefeito de BH muito popular em Minas.
Nem aí em 2020
Em 2020, o PSDB não apoiou a chapa de Fuad, que era vice de Kalil, mas este ano os tucanos até desistiram da candidatura própria.
Tucano já era?
Aécio parece resistir à passagem de bastão em Minas, após as duas eleições de Romeu Zema (Novo) e o despertar de Kalil para a política.
Intenções de voto
A mais recente pesquisa Marca (MG-00538/24) mostra a liderança de Tramonte (31,3%) contra 15,4%% de Bruno Engler e 14,7% de Fuad.




























