Área afetada pelo rompimento de barragem em Mariana, Minas Gerais (Foto: Antonio Cruz/ABr)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Emissários do escritório de advocacia inglês Pogust Goodhead estão empenhados em espalhar a lorota de que o acordo de indenização prestes a ser celebrado no Brasil entre o governo e as empresas Vale e BHP, pelo desastre ambiental de Mariana, seria “falho” e “não beneficia as vítimas”. A motivação dos estrangeiros é simples: acordo fechado no Brasil enfraquece a ação em Londres, e cujo primeiro julgamento será em outubro. Se a indenização for cobrada lá, a PG leva uma beirada.
Acordo próximo
Tudo caminha para que no Brasil o acordo seja fechado até início de outubro, cercado de cuidados para evitar futuras contestações.
Milhões na berlinda
Para evitar o desfecho no Brasil, o Gramercy, fundo abutre que banca a ação do PG, pressiona as autoridades a tentar interferir nas negociações.
Lobby e vinho
Há dias, Scott Seaman, do Gramercy, almoçou com o ministro Alexandre Padilha e o deputado Rogério Correia (PT-MG), em Brasília. Humm…
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