Celso Amorim só atrapalha o inevitável: a compra à Elbit integra um programa das Forças Armadas de 2017(Foto: Arlindo Cruz – Agência EBC)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Não passa de lacração a ação do aspone para assuntos internacionais aleatórios de Lula (PT), Celso Amorim, para “travar” a compra de 36 veículos armados da israelense Elbit Systems pelo governo brasileiro. Amorim tenta faturar vitória nas manchetes, com a desculpa de que Israel declarou Lula persona non grata, após o petista equiparar a ação contra o Hamas ao Holocausto. Mas o aspone só atrapalha o inevitável: a compra à Elbit integra um programa das Forças Armadas de 2017.
Apenas mais um
O contrato de US$145 (R$750) milhões vencido pela Elbit em maio é apenas mais um para fornecer equipamentos como drones, armas etc.
Décadas de relações
A AEL Sistemas, subsidiária da Elbit, foi contratada para modernizar, em 2001, caças F-5 da FAB, que depois comprou diversos drones da Elbit.
Fornecedor conhecido
Em 2022, a FAB dispensou licitação no contrato de R$153 milhões com a AEL para apoio logístico e manutenção dos aviônicos dos F-5.
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