Senador Eduardo Girão (Novo-CE) (Foto: Agência Senado)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Os senadores decidiram não repetir o Supremo Tribunal Federal (STF), onde supostas vítimas atuam como polícia, denunciante e julgador. Eles decidiram não assinar o requerimento de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. É que, se o processo for aberto, caberá ao plenário do Senado julgar o acusado. Além do caráter político dessa decisão, senadores seguem orientação de juristas para adotarem cautelas a fim neutralizar alegações malandras de anulação do processo.
Cuidados a mais
Os cuidados em torno do impeachment de Moraes foram confirmados à coluna por um líder da iniciativa, senador Eduardo Girão (Novo-CE).
Quarto de milhão
O pedido de impeachment lançado nesta sexta (16), em poucas horas, já somava mais de 250 mil assinaturas na plataforma change.org.
Margem de erro
Girão contou que senadores têm a orientação de um jurista renomado, que não identifica para sua proteção, a fim de reduzir a margem de erros.
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