Vinicius Gurgel ao lado de Valdemar Costa Neto (Foto: reprodução/acervo pessoal)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Candidatos a vereadores do PL de Macapá (AP) estão revoltados com suposta interferência do vice-presidente do partido, deputado Vinícius Gurgel, que teria influído para desfazer a coligação com o MDB e forçar chapa com o Republicanos. A turma aposta na reeleição do atual prefeito Dr. Furlan (MDB), mas, após cancelamento da convenção que selou aliança, o PL vai apoiar a candidata Aline Gurgel (Republicanos), irmã de Vinícius. À coluna, Gurgel garante que a relação com Aline é só familiar.
Decisão sem sentido
Levantamento do Paraná Pesquisas de 23 de maio (registro AP-07537/2024) traz Furlan com 74,3% das intenções de voto. Aline, 1,8%.
MDB virou esquerda
A coligação foi desfeita sob acusação de se aliar ao “esquerdista” MDB. Mas no mesmo Amapá, o PL se coligou com PDT, Solidariedade e etc.
Batom na cueca
Em Laranjal do Jaraí, por exemplo, o partido aprovou coligação com Rede, Psol, PT, PCdoB, PV e outros e nada de interferência.
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