Escritório do ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho (foto), tem contrato com a Novonor, ex-Odebrecht – Foto: RafaNeddermeyer/Agência Brasil.
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
CLÁUDIO HUMBERTO
A “comissão de ética pública” da Presidência da República agora pode ser grafada assim, sem maiúsculas e entre aspas, após constranger o País livrando Vinicius Marques Carvalho, chefe da Controladoria Geral da União (CGU), de ação de conflito de interesses por renegociar acordo de leniência com a ex-Odebrecht, atual Novonor, que contratou a banca de advocacia com suas iniciais. Ele diz estar afastado e que sua mulher hoje dirige a VMC, como não se beneficiasse do belíssimo contrato.
Rasgando a confissão
No acordo, a ex-Odebrecht também concordou em pagar multa bilionária por haver subornado autoridades do governo do PT e seus aliados.
Na cara dura
A ex-Odebrecht, que contratou a banca VMC para sua defesa, tenta se livrar das multas e renegocia o acordo com a CGU… chefiada por VMC.
Acabou em pizza
A “comissão de ética” não viu “evidências” de conflito de interesses na CGU de VMC renegociando acordo leniência com um cliente do VMC.
COLUNA CLÁUDIO HUMBERTO. CLIQUE AQUI E LEIA MAIS.
Leia também…:






































