Apesar das aparências, Padilha virou um morto-vivo no governo – Foto: Ricardpp Stuckert/PR
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CLÁUDIO HUMBERTO
O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), não bate prego sem estopa, como se diz em Alagoas, e sabe que sua crítica ao ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), para ele um “incompetente”, lava a alma dos líderes de bancada cansados das embromações do “articulador político”. Há dois meses, em 11 de fevereiro, a pedido de Lira e de líderes, Lula designou Rui Costa (Casa Civil) como interlocutor. Desde então, Padilha virou morto-vivo no governo, sem papel definido.
Fofoca como vingança
Padilha é suspeito de ocupar seu tempo azarando ministérios, como o da Saúde, ou “plantando” na imprensa amiga fofocas contra seu “algoz”.
Mexerico da vez
Padilha teria espalhado mexerico atribuindo a Lira “esforço” para soltar o deputado Chiquinho Brazão, acusado no assassinato de Marielle Franco.
Esconde, esconde
O ministro tentou ajudar a “apagar” o fato de que os irmãos Brazão são aliados, por isso o PT não fechou questão para manter Chiquinho preso.
Elogio de amigo
À falta de declaração de que “continua prestigiado”, Padilha publicou no X de Elon Musk um vídeo antigo em que Lula elogia o “incompetente”.
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